Crutchlow explica saída precoce da Ducati em 2014: “Tinham contratado outro piloto”

Seis anos após trocar o time de fábrica da Ducati pela satélite LCR Honda, Cal Crutchlow revelou que não teve a opção de continuar. O britânico contou que sua decisão foi reflexo da contratação de Andrea Iannone

Demorou seis anos, mas Cal Crutchlow revelou a razão de ter trocado o time de fábrica da Ducati por uma vaga na satélite LCR na MotoGP. O #35 contou que ele não teria lugar na equipe oficial por conta da contratação de Andrea Iannone.
 
Crutchlow assinou por dois anos, mas cumpriu apenas metade do vínculo. Em agosto de 2014, a casa de Borgo Panigale anunciou um acordo com o britânico para encerrar prematuramente o contrato. 
Cal Crutchlow guiou a Desmosedici por uma única temporada (Foto: Ducati)
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Crutchlow tinha sido escolhido para substituir Nicky Hayden ao lado de Andrea Dovizioso, mas, vindo da Tech3, não fez uma boa temporada. Cal conquistou apenas um pódio e fechou o ano em 13º. O piloto, então, mudou para a LCR, onde segue até hoje.
 
“Poderia ter sido rápido com aquela Ducati, nunca tive dúvidas disso”, disse Crutchlow em entrevista ao canal da jornalista Marieta Evans no YouTube. “Se você olhar para Dovizioso, ele também sofreu no primeiro ano com a Ducati, mas teve a força de vontade de aceitar. Eu não tive e deveria ter tido”, reconheceu.
 
“O motivo pelo qual saí não foi por crer que não poderia ganhar, mas porque a Ducati já tinha contratado outro piloto para a equipe oficial do ano seguinte. Ainda que eu tivesse ficado, não tinha lugar para mim. Eles tinham se decidido por Iannone”, apontou.
 
Cal traçou um paralelo com as dificuldades de outros pilotos que guiaram a Desmosedici ao longo dos anos.
 
“No início, foi difícil me adaptar a Ducati. Aconteceu comigo e também com Dovi na época, Jorge Lorenzo e Valentino Rossi. E todos nós vínhamos da Yamaha. Sem dúvida, foi uma experiência que me deixou mais forte como piloto”, assegurou.
 

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