Diretor-executivo da Ducati descarta favoritismo e promete luta pelo título de 2017, mas admite: “2018 é mais provável”

Diretor-executivo da Ducati, Claudio Domenicali afirmou que a escuderia de Bolonha vai se empenhar na briga pelo título de 2017 da MotoGP, mas admitiu que mirar em 2018 é mais realista

 

A Ducati se apresentou na última sexta-feira (20) garantindo não ter mais desculpas para perder, mas nem por isso acredita que o jejum de título será interrompido em 2017. O único título da marca foi conquistado em 2007 por Casey Stoner.

 
Diretor-executivo da Ducati, Claudio Domenicali reconheceu que a equipe precisa de muito esforço para enfrentar equipes como Yamaha e Honda e, por isso, pode precisar de mais um ano de desenvolvimento antes de retomar a coroa da classe rainha do Mundial de Motovelocidade.
Claudio Domenicali vê título possível para Ducati em 2018 (Foto: Ducati)

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“No ano passado, nós mostramos a velocidade da moto e progresso constante com a performance. Então acho que estamos prontos para dar o último passo e atacar o Mundial”, avaliou Domenicali. “Não nos vemos como favoritos para isso, mas temos tempo. A companhia é sólida, está crescendo, é lucrativa, é uma empresa que tem saldo positivo e que pode sustentar o investimento e temos um programa de longo prazo”, seguiu.
 
“Então vamos ver o que acontece em 2017, mas não é como se tivéssemos todas as nossas fichas nesse ano”, avisou.
 
O dirigente destacou que Stoner vai trabalhar junto com Jorge Lorenzo na evolução da Desmosedici e os resultados do time vão depender do quão rápido as orientações dos dois campeões serão atendidas pela equipe comandada por Gigi Dall’Igna.
 
“Jorge, junto com Casey, vai nos ajudar a entender como refinar o projeto, porque para vencer o campeonato significa que precisamos ajustar cada mínimo detalhe e temos de ser muito bons e todas as diferentes pistas de corrida”, considerou. “Em algumas pistas, nós já temos uma moto vencedora. Em outras pistas, nós ainda temos dificuldades”, reconheceu. 
 
“Então vai depender muito de quão rapidamente Gigi Dall’Igna e seus engenheiros são capazes de incluir na moto os conselhos de Casey e agora de Jorge. Se acontecer em dois meses, vai ser um problema muito grande para os outros”, comentou. “Se — como mais provável — levar um ano, teremos um ano de aprendizado, tentando fazer melhor do que no ano passado, mas aí estaremos muito mais preparados para 2018”, ponderou. 
 
Domenicali reconhecei que acha improvável encerrar o jejum de títulos já neste ano, mas espera que em 2018 a Ducati possa ser uma forte candidata.
 
“2017 é muito improvável que aconteça. 2018 é mais possível, mas só uma pessoa pode vencer. Acho que em 2018 seremos uma forte candidata, mas vamos ver como os outros vão progredir. Talvez a Honda faça uma moto super rápida, ou talvez [Maverick] Viñales comece como um candidato super forte. Ou talvez não”, indicou. “No fim, é muito difícil para todos eles. Porque é uma longa temporada, com muitas condições diferentes: seco, chuva, frio, calor e assim por diante. Não é só uma questão de velocidade, mas de mentalidade. Permanecer focado e sendo um candidato sólido”, frisou. 
 
“Nós nos vemos como uma companhia que vai ser uma candidata sólida ao título no futuro”, concluiu.

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