MotoGP

Ducati vê ganhos com ‘operação Lorenzo’, mas admite: “Balanço não foi tão positivo quanto esperávamos”

Chefe da Ducati, Gigi Dall’Igna agradeceu e avaliou que Jorge Lorenzo contribuiu com o desenvolvimento da Desmosedici. O dirigente avaliou, no entanto, que a passagem do #99 pelo time não foi tão positiva quanto esperado
Warm Up / Redação GP, de São Paulo
 Jorge Lorenzo (Foto: Ducati)
Gigi Dall’Igna reconheceu a contribuição de Jorge Lorenzo ao desenvolvimento da Desmosedici, mas avaliou que o balanço desses dois anos não é tão positivo quando o esperado.
 
Nas duas temporadas em que esteve na Ducati, Lorenzo conseguiu três vitórias, um total de sete pódios e quatro poles. No campeonato, porém, Jorge foi sétimo em 2017 e nono em 2018, ano em que perdeu quatro etapas por lesão.
Jorge Lorenzo se despediu da Ducati com três vitórias, sete pódios e quatro poles (Foto: Reprodução)
“O balanço é positivo, mas, sinceramente, não tão positivo quanto esperávamos”, admitiu Dall’Igna. “Nós conseguimos vencer GPs, fazer corridas emocionantes, mas não chegamos a lutar pelo título como estava no programa”, explicou.
 
Dall’Igna, no entanto, exaltou o empenho de Lorenzo ao longo dessas duas temporadas disputadas com o time vermelho.
 
“Eu o agradeço por todo trabalho que fez. Ele demonstrou uma vontade incrível, porque, do meu ponto de vista, não é fácil para um campeão reverter uma situação como ele fez. Isso só os grandes campeões fazem”, comentou.
 
O dirigente destacou, também, que Lorenzo deu uma importante contribuição no processo de desenvolvimento da Desmosedici.
 
“Lorenzo nos ajudou muito no desenvolvimento da moto. É um campeão que podia dar um valor agregado”, declarou. “Nós reduzimos a diferença no ritmo de curva sem perder em outras áreas”, apontou.
 
“A operação Lorenzo foi positiva para a Ducati. Eu agradeço a ele”, concluiu.