Lorenzo admite decepção com Yamaha por bloqueio a testes com Ducati e avalia: “Pelo que alcancei aqui, merecia”

Jorge Lorenzo queria muito testar com a Ducati a moto com que vai disputar o campeonato de 2017. Mas a Yamaha não quer liberar o espanhol, que ainda é seu piloto. Mas o tricampeão, por tudo que alcançou nos anos do time japonês, acha que mereceu o crédito

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De malas prontas para a Ducati, Jorge Lorenzo gostaria muito de testar a Desmosedici de 2017 com a qual vai tentar colocar a marca italiana de volta no caminho das vitórias. Mas a Yamaha já avisou que não vai liberar o tricampeão para participar do segundo teste da pré-temporada, em novembro, quando ainda vai estar sob contrato.

 
A Yamaha deve permitir que o espanhol participe do teste em Valência que acontece nos dias dias seguintes à última etapa da temporada, mas também provavelmente não deve receber autorização para testar em Jerez dias depois disso, no fim do ano.
 
Lorenzo citou sua história e vitórias nos anos de Yamaha como motivo da expectativa que tinha de receber autorização para testar pela rival. Mas, como lembrou, segue sendo piloto da Yamaha por enquanto.
Jorge Lorenzo (Foto: Yamaha)
"Obviamente eu gostaria de testar, mas isso não depende de mim. Por enquanto parece que vou testar em Valência, mas em Jerez a Yamaha não quer. Vamos ver o que acontece, mas pelos anos que nós passamos juntos e pelo que eu alcancei por eles, eu mereço. Mas não depende de mim, e vou respeitar a decisão que tomarem. Ainda sou um piloto da Yamaha", falou.
 
O contrato de Lorenzo com o time da fábrica japonesa termina em 31 de dezembro. Ele tem 184 pontos e ocupa o terceiro lugar do Mundial de Pilotos deste ano.
Companheiro de Yamaha e grande rival de Lorenzo, Valentino Rossi se posicionou mais ao lado do espanhol na questão. "Sobre se é justo ou não, difícil de dizer. Quando soube, achei esquisito, para mim iam deixar que ele testasse a moto. Precisamos temer, claro, a dupla Lorenzo- Ducati, mas não acredito que os testes os deixarão melhores ou piores, mas tem que ver com a Yamaha, porque não conheço a motivação para bloquear", disse. 
 
"Durante os anos que fui da Honda não me deixaram testar a Yamaha do ano seguinte. Veremos, ele vai andar em Valência e não acho que fará grande diferença andar ou não em Jerez", afirmou.

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