MotoGP

Lorenzo elogia “excelente” Honda e reconhece que “sou eu quem tenho que me adaptar e dar mais”

Jorge Lorenzo sabe que precisa dar mais com a Honda. Elogiando a excelente equipe e sua moto, o espanhol afirmou que precisa se adaptar e se dar mais para conseguir alcançar os resultados que ainda não chegaram

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
Jorge Lorenzo reconheceu que precisa acelera um pouco sua adaptação em cima da moto da Honda. Sentindo-se bem em sua forma física, o piloto apontou que a equipe é excelente, apenas é necessário que ele dê mais para conseguir alcançar os resultados.
 
O tricampeão não mostrou, até o momento, grandes brilhos em cima da RC213V. Na etapa de abertura da temporada, no Catar, foi apenas o 13º. Já na Argentina, na largada, ativou o limitador de velocidade por engano, cruzando a linha de chegada em 12º.
 
Agora, aparece na classificação em 14º, somando sete pontos. Enquanto isso, Marc Márquez, seu companheiro de equipe, é o líder do campeonato, com 45 tentos. 
Jorge Lorenzo (Foto: Repsol)
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Jorge, então, reconheceu que precisa começar a dar mais de si para encontrar melhores resultados. “A equipe é excelente, a moto também, sou eu quem tenho que me adaptar, dar mais e devolver a confiança que tem me oferecido” disse.
 
“Fisicamente me encontro bem. O escafoide está muito melhor e não creio que seja um problema para pilotar, e a costela está completamente recuperada. Isso supõe um passo adiante. Mas está claro que o circuito influencia bastante, e aqui não tenho ido bem”, seguiu.
 
“Se não conhece a moto, é mais difícil lutar com pilotos que já estão há cinco ou seis anos com ela. Agora tenho mais experiência do que no Catar e esperto poder estar na frente em Jerez. Não começo este final de semana pensando que é impossível brigar pelo pódio ou pela vitória, mas os resultados do passado não me deixam muito esperançoso”, pontuou.
 
“Com essas motos, fazer mais do que pode é um erro porque as quedas são fortes. O mais inteligente é dar 100%, acelerar, mas sempre conhecendo seus limites e o que é capaz de fazer. Nestes momentos, Marc é capaz de brigar pela vitória nas pistas que não gosta, e com vantagem nas que gosta”, encerrou.