MotoGP

Lorenzo minimiza impacto de mudanças na moto, mas se vê “mais agressivo” com Honda

Jorge Lorenzo segue sua batalha para se sentir confortável com a Honda. Após as primeiras alterações na moto, o espanhol reconheceu que não sentiu muita diferença, mas destacou que pilotou mais agressivo do que nunca

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
Jorge Lorenzo segue sua jornada em tentar acelerar sua adaptação à Honda. No GP da Catalunha, o piloto começou a implementar as mudanças que deseja para sua moto, mas ainda não viu grandes resultados.
 
Após sua viagem ao Japão, o espanhol mostrou animação com o que foi trabalhado diretamente com os engenheiros. Focando na parte ergométrica da moto, pretende ficar mais confortável com a RC213V.
 
Entretanto, nos primeiros treinos livres em Barcelona, já com as primeiras mudanças, ficou apenas com o 14º tempo do dia, 0s7 atrás de Fabio Quartararo, o ponteiro. “Se olharmos a posição em que terminei, podemos pensar que as peças novas não ajudaram muito”, apontou.
Jorge Lorenzo (Foto: Repsol)
“Mas acredito que rodei mais agressivo e estou mais próximo. Coloquei o pneu médio traseiro ao invés do macio. Se esta peça foi a última que coloquei na Ducati que me permitiu vencer, desta vez é a primeira e o resultado vai ser diferente”, continuou.
 
“Se comparar com Mugello me vejo melhor, e pilotei mais agressivo do que nunca com esta moto. Não sei se isso é bom ou ruim. Esta peça é a primeira do quebra-cabeça que estamos construindo. Agora, estamos acelerando este novo plano”, seguiu.
 
“O processo de melhora nunca acabará porque eu, como perfeccionista que sou, sempre trato de melhorar. Inclusive fazendo pole-position tentava melhorar, imagine na posição em que estou agora”, completou.
 
Mesmo com as mudanças, Lorenzo não viu grande influência no resultado da folha de tempos. “A melhora não foi gigantesca. A base da moto não vai mudar. Tem que fazer mudanças na pilotagem para adaptar-se a moto. Cada moto é diferente da outra de entrada de curva e até a metade, desde que diminua a potência até metade da curva”, encerrou.
 
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