MotoGP

Lorenzo mostra animação para trabalhar com “lenda” Márquez e espera “respeito mútuo” na Honda

Jorge Lorenzo já está pensando em seu trabalho com a Honda em 2019. Elogiando seu futuro companheiro Marc Márquez e ressaltando o quanto vai aprender com o pentacampeão, o espanhol espera que tenha respeito mútuo dentro do time
Warm Up / Redação GP, de São Paulo
 Jorge Lorenzo (Foto: Divulgação/MotoGP)
A temporada 2018 da MotoGP ainda não acabou, mas Jorge Lorenzo já pensa em como vai ser o próximo campeonato. De mudança para a Honda, já encheu Marc Márquez de elogios e espera que possam trabalhar bem juntos na equipe.
 
O espanhol teve uma passagem bastante conturbada pela Ducati. Além de ter demorado para entregar resultados – a primeira vitória veio apenas neste ano, no GP da Itália, ainda tem uma relação bastante problemática com Andrea Dovizioso, algo que ele quer passar longe no próximo ano.
 
“Marc Márquez é uma lenda. Ganhou cinco mundiais em seis temporadas. Só se pode considerar isso. Terei muito a aprender com ele, pois será sua sétima temporada com a moto e para mim, a primeira”, afirmou.
Jorge Lorenzo (Foto: Ducati)
“Seremos uma das equipes com mais histórico e espero que haja respeito mútuo e que formemos sempre uma equipe muito forte em que se beneficiem as três partes”, completou o tricampeão.
 
Questionado se poderia vencer já em sua primeira corrida na Honda, Jorge manteve os pés no chão e foi bastante realista quanto as suas chances. “Poder ganhar no Catar? É praticamente impossível”, apontou.
 
“Os milagres podem acontecer, mas por experiência que poderei ter com a moto, será difícil ficar entre os cinco primeiros. O favorito é Márquez, não eu. É uma moto nova e que terei muito trabalho a fazer.”
 
Por fim, Lorenzo comentou como o acidente na Tailândia o fez “perder muitas corridas e não ter a despedida apropriada com a Ducati”, mas admitiu que a vida segue. “Uma parte de mim está triste, tem sido dois anos intensos, inconstantes, mas nos bons momentos aproveitei muito. Vou sentir muita falta, mas a vida segue”, encerrou.