Lorenzo se diz tranquilo sobre eventual retorno de Rossi em 2013

Jorge Lorenzo se disse tranquilo sobre um eventual retorno de Valentino Rossi à Yamaha em 2013 e lamentou a saída de Ben Spies da equipe, anunciada ontem pelo próprio norte-americano

Mais uma vez, Jorge Lorenzo afirmou que não se importa e que está totalmente tranquilo sobre uma eventual volta de Valentino Rossi à Yamaha em 2013. Os dois foram companheiros na equipe japonesa entre 2008 e 2010 e a convivência foi das mais tumultuadas. Ambos protagonizaram uma grande rivalidade tanto nas pistas, quando dentro da garagem nipônica.

Com Lorenzo já confirmado na Yamaha para os dois próximos anos e com o anúncio da saída de Ben Spies, a segunda vaga no time dos três garfos passou a ser ainda mais cobiçada pelo atual grid da MotoGP para a próxima temporada. Os dois pilotos da satélite Tech 3, Andrea Dovizioso e Cal Crutchlow, são nomes muito cotados, mas diversos rumores, especialmente na imprensa espanhola, apontam mesmo para um retorno de Rossi à marca, apoiado por fortes patrocínios, como os da Coca-Cola e da Phillip Morris, por meio da marca de cigarros Marlboro.

Lorenzo se diz tranquilo sobre eventual retorno de Rossi à Yamaha (Foto: Yamaha)

Falando sobre a saída de Spies e as especulações sobre Valentino, o espanhol de 25 anos se disse triste pela decisão do norte-americano e afirmou que a possível vinda do multicampeão “pode ser algo bom para a Yamaha”.

“É um notícia triste ouvir que Bem não vai continuar conosco, porque ele está na Yamaha há um bom tempo. Acho que ele possui enorme potencial e, neste momento, apenas desejo toda a sorte do mundo a ele. Agora, nós temos de ver o que vai acontecer com o segundo piloto”, disse o atual líder do campeonato.

“Eu ouvi algumas especulações e algumas delas dizem que Valentino deve voltar, o que poderia ser uma coisa muito boa para a Yamaha. Nós tivemos bons momentos no passado”, completou o piloto.

Perguntado se tem alguma preferência sobre quem deseja ver na segunda moto em 2013, Lorenzo respondeu: “Não. A preferência é ter um companheiro competitivo no mesmo time. E isso, para mim, serviria como uma motivação extra para ser melhor e mais veloz a cada ano.”

“No momento, estou muito feliz com a equipe e comigo mesmo. Estamos liderando o campeonato e estamos conseguindo pódios em todas as corridas. Mas ainda não há nada decidido sobre o futuro. Temos de esperar e ver o que a equipe vai escolher”, concluiu Jorge, que possui cinco vitórias e 185 pontos no topo da tabela de classificação.

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