Marini fala em “mente aberta”, mas põe “bater companheiros de Honda” como primeira meta

Escalado como substituto de Marc Márquez, Luca Marini disse que o primeiro objetivo de 2024 é bater Joan Mir, Johann Zarco e Takaaki Nakagami, os outros piloto que utilizam equipamento da Honda na MotoGP

Luca Marini chega à Honda com uma meta clara: bater os companheiros de equipe. Ciente de que a RC213V ainda precisa de evolução, o italiano destacou que o objetivo inicial é ficar à frente de Joan Mir, companheiro na equipe de fábrica, e também de Johann Zarco e Takaaki Nakagami, os pilotos da LCR.

Marini chega à Honda com a difícil missão de substituir Marc Márquez. Depois de 11 temporadas, o hexacampeão da MotoGP optou por partir para a Gresini, onde terá o chance de guiar uma Ducati, a moto campeã com Francesco Bagnaia.

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Além de substituir o ‘menino de ouro’ da Honda, Marini também terá de ajudar a HRC a sair do buraco, já que a marca japonesa fechou 2023 com o último posto no Mundial de Construtores, 515 pontos atrás da campeã Ducati.

Assim, Luca abre o ano com os pés no chão e mirando primeiro para o que tem ao lado.

Luca Marini é o substituto de Marc Márquez na Honda (Foto: Honda)

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“Quero começar com a mente aberta”, disse Marini em uma entrevista divulgada pela Honda. “Precisamos entender nossa velocidade, nosso potencial depois do primeiro teste oficial e precisamos achar nosso equilíbrio, encontrar uma forma de bater nossos rivais diretos, que são os meus companheiros de equipe, com a mesma fábrica, com a mesma moto — esta é a minha primeira meta, claro”, seguiu.

“Mas também, quero olhar para frente ou tentar achar um jeito de conseguir um pódio com essa moto ou uma vitória. Sei que talvez seja difícil, mas precisamos olhar para a frente”, defendeu.

Agora livre do contrato com a VR46, Marini pôde falar abertamente do primeiro teste com a RC213V, feito em Valência logo após o fim da temporada. O #10 ficou com o décimo tempo, a 0s703 do líder Maverick Viñales. E foi a melhor Honda — Mir ficou em 13º, com Zarco em 17º e Nakagami em 21º.

“Foi incrível. Passou de uma maneira muito rápida e logo acabou!”, contou Marini. “Mas, com certeza, teremos muito tempo durante o inverno, durante o teste, durante a temporada, para falar com todos os membros da equipe, pois são muitas pessoas, e é um sonho trabalhar com elas e também com os japoneses. Tenho uma ótima sensação. Amo a cultura e acho que podemos ter uma sinergia muito boa”, encerrou.

MotoGP volta a acelerar entre 6 e 8 de fevereiro de 2024, com os testes de pré-temporada na Malásia, no circuito de Sepang. O GRANDE PRÊMIO faz a cobertura completa do evento, assim como das outras classes do Mundial de Motovelocidade durante todo o ano.

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