MotoGP
06/09/2018 06:53

Márquez revela desejo de fazer as pazes com Rossi e frisa: “Não tenho nada contra ele”

Em entrevista à emissora italiana TV8, Marc Márquez revelou o desejo de fazer as pazes com Valentino Rossi. Titular da Honda disse não ter nada contra o #46
Warm Up / Redação GP, de São Paulo
 Valentino Rossi e Marc Márquez (Foto: Michelin)
Marc Márquez revelou o desejo de fazer as pazes com Valentino Rossi. Os dois pilotos já tiveram uma relação mais próxima, mas se desentenderam em 2015 e, mais uma vez, no GP da Argentina deste ano.
 
Em entrevista ao canal italiano TV8 às vésperas do GP de San Marino e da Riviera de Rimini, Márquez disse não ter nada contra o #46 e afirmou que cometeu um erro em Termas de Río Hondo.
Marc Márquez disse que gostaria de se entender com Valentino Rossi (Foto: Michelin)
O primeiro atrito entre os dois data de 2015, quando Rossi acusou Márquez de tentar prejudicá-lo na disputa pelo título. A briga chegou ao ápice na Malásia, culminando com um toque entre ambos e uma queda do espanhol. A paz veio em junho de 2006, no fim de semana da morte de Luis Salom, quando Valentino apertou a mão de Marc após a corrida.
 
No início deste ano, porém, um novo desentendimento. Em um fim de semana para lá de destrambelhado na Argentina, Márquez derrubou Rossi, o que resultou em uma nova chuva de criticas ao atual líder da MotoGP.
 
“Eu queria fazer as pazes com Valentino. Não tenho nada contra ele”, disse Rossi. “Quando tudo estava mais tranquilo na Argentina, cometi um erro e, infelizmente, foi com Rossi. Fui punido, fiquei sem pontuar, mas aprendi. E depois fui me desculpar”, seguiu.
 
Márquez foi aos boxes da Yamaha tão logo a corrida acabou para tentar falar com Rossi, mas foi barrado ainda na porta por Alessio Salucci, o Uccio, um amigo de Rossi.
 
Questionado se as constantes vaias o incomodam, Márquez respondeu: “Não, mas mais do que outra coisa, eu não gosto. É como no futebol: eu torço para o Barcelona, mas se alguma vez o Real Madrid ganha e joga melhor, eu aplaudo o adversário”.
 
“Estamos todos arriscando as nossas vidas. Se você é um fã, você gosta de ver ultrapassagens e não as cores de quem está correndo”, ponderou.