MotoGP

Márquez vê Quartararo como ameaça, mas diz que “duelos pessoais não me importam”

Marc Márquez falou sobre as ameaças que vê no futuro da MotoGP. Avaliando o atual grid, o titular da Honda apontou Marc Márquez como quem mais o preocupa por ser a Yamaha em melhor forma, mas minimizou duelos pessoais, priorizando o campeonato

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
Marc Márquez indicou qual piloto que mais lhe causa preocupação sobre o futuro. O titular da Honda explicou que Fabio Quartararo, mesmo que não tenha capitalizar resultados, é a Yamaha que mais vê em forma.
 
O francês chegou à MotoGP nesta temporada. Fazendo par com Franco Morbidelli na SIC, tem impressionado a muitos no paddock, pois já conseguiu três pole-position e três pódios – mas a vitória, que já chegou a bater na trave, ainda não veio.
 
Portanto, o pentacampeão indicou o competidor como uma grande ameaça nos próximos tempos. “O que mais me preocupa de cara sobre o futuro é Quartararo. É o piloto da Yamaha mais em forma, mesmo que os resultados não mostrem”, falou na coletiva de imprensa em Misano.
 
“É ele que está pilotando a melhor Yamaha. Falta-lhe experiência nos domingos, mas é ele quem eu vejo hoje, mas nas motos nunca se sabe. Para mim, [o mais importante] é o campeonato. Aos duelos pessoais dou zero importância”, completou.
Fabio Quartararo e Marc Márquez (Foto: SIC)
O #93 chega a 13ª etapa do calendário com 78 pontos de vantagem para o segundo colocado, podendo encarar com mais tranquilidade o restante do ano. Entretanto, na Itália, enfrenta um fator extra: a hostilidade da torcida local, enormemente apoiadora de Valentino Rossi.
 
“Mugello não fica aquém. No ano passado não caí neste ano, e neste ano também não. Posso cair, mas não será por excesso de vontade. No final, é um circuito em que me dou muito bem. No ano passado soube me manter em terceiro e terminar em segundo”, falou.
 
“Ganhei em 2017 porque me encontrei, mas não é que tenha que ganhar por excesso de motivação. Se trata de seguir a dinâmica até a hora de tentar ganhar e acabar as corridas. Tem uma margem que não quer desperdiçar, mas tem margem para cometer um erro”, seguiu.
 
“Tentaremos enfrentá-los da melhor maneira. Já tivemos um primeiro contato aqui no teste e pudemos ver que as Yamaha foram muito rápidas. Fabio foi o mais. Logo depois éramos nós, Suzuki e Ducati um pouquinho atrás”, concluiu.
 

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