MotoGP

Márquez vê Rossi “abrindo portas” para quarentões e evita traçar metas na carreira: “Não quero colocar limite”

Em uma visita a São Paulo, Marc Márquez evitou traçar metas para a carreira e afirmou que não quer se colocar um limite. O #93 ressaltou que é importante manter a motivação e avaliou que Valentino Rossi está abrindo as portas para que os pilotos tenham carreiras mais duradouras

Grande Prêmio / JULIANA TESSER, de São Paulo
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Marc Márquez não para. Dois dias após vencer de maneira irretocável o GP da Argentina de MotoGP, o espanhol desembarcou em São Paulo para um bate-papo com jornalistas nesta terça-feira (2) e deixou claro que não quer traçar uma meta para a carreira.
 
Simpático e sorridente, o piloto da Honda atendeu a imprensa em um encontro promovido pela Estrella Galicia 0,0 e que contou, também, com a presença de Alex Barros, e deixou claro que não quer se impor um limite.
 
Questionado até onde pode chegar na carreira, Márquez respondeu: “Não sei. Eu acho que não quero me colocar um limite, um teto. Um limite é se colocar uma barreira”.
Marc Márquez manteve a tradição e visitou o Brasil após o GP da Argentina (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
“Eu gosto de viver no presente. Não gosto de viver nem do passado, daquilo que consegui e nem do que posso conseguir. Eu gosto de viver no presente”, insistiu. “Talvez, quando chegar aos 30 anos, eu pense que não tenho mais motivação, mas talvez ― tomara ― a motivação dure bastante e eu possa aguentar”, ponderou.
 
Marc, que no último fim de semana dividiu o pódio em Termas de Río Hondo com Valentino Rossi, avaliou que o #46 está abrindo portas ao seguir na ativa aos 40 anos e deixou claro que, embora difícil, essa hoje é uma possibilidade real para os demais.
 
“Valentino tem 40 anos e segue subindo ao pódio da MotoGP. Ele é o único piloto que fez isso, se mantendo neste nível na MotoGP e vai ser muito difícil de repetir, mas ele está abrindo as portas”, ressaltou. “Antes, 35 anos, 33, você já era um veterano, agora para ser um veterano você vai ter que chegar aos 40”, concluiu.