MotoGP

“Melhor do que nunca”, Aleix Espargaró se diz “pronto para lutar pelo pódio”. Mas espera evolução da Aprilia

Aos 29 anos, Aleix Espargaró acredita que vive sua melhor fase como piloto. O catalão disse que está pronto para lutar pelo pódio da MotoGP, mas reconheceu que tem de esperar a melhora da Aprilia para poder sonhar com o top-3

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
Aos 29 anos, Aleix Espargaró acredita que está pilotando melhor do que nunca. O mais velho dos irmãos de Granollers se disse pronto para lutar pelo pódio na MotoGP, mas reconheceu que tem de esperar pela melhora da Aprilia.
 
Na MotoGP desde 2009, Aleix vai fazer em Jerez sua 150ª corrida na classe rainha e soma um único pódio, um segundo lugar no GP de Aragão de 2014, ainda pela Forward. 
Aleix Espargaró se vê no melhor nível da carreira (Foto: Aprilia)
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“Sinto que estou pilotando melhor do que nunca, nas freadas, nas decisões que tomo, em tudo”, disse Aleix. “Sinto que sou mais forte, que estou pronto para lutar pelo pódio”, avaliou.
 
“Infelizmente, isso não é sobre mim, é um pacote que temos de colocar no lugar. Estamos no caminho”, frisou.
 
Depois de 2018 bastante ruim para a Aprilia, a montadora de Noale voltou à base do projeto de 2017 e conseguiu avançar com a RS-GP. Ainda assim, o mais velho dos irmãos Espargaró entende que ainda é preciso mais.
 
Neste início de temporada, Aleix esteve no top-10 nos GPs do Catar e da Argentina, mas abandonou em Austin após uma queda. Segundo o #41, o tombo foi causado por um problema eletrônico com o protótipo italiano.
 
“Ainda somos fortes na segunda parte da corrida, mas o problema é que agora, por alguma razão, com este motor nós usamos mais o pneu no início da corrida [rodando em grupo]”, explicou. “Se quero segue-los, escorrego, e quando você escorrega, o consume é mais alto”, detalhou. 
 
“No passado, especialmente em 2017, a aderência pura inicialmente era melhor. Eu não destruía o pneu”, recordou. “Agora o problema é que, se quero lutar por posições top, tenho de destruir o pneu traseiro, ou é impossível segui-los”, concluiu.
 
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