MotoGP

MotoGP firma acordo de três anos e Indonésia passa a receber corridas a partir da temporada 2021

Uma nova praça está prestes a receber o Mundial de Motovelocidade. De acordo com informações do 'Motorsport', a MotoGP fechou acordo de três anos com a Indonésia e vai disputar corridas no país a partir de 2021
Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
A MotoGP vai ganhar mais um país em seu calendário. A partir da temporada 2021, o Mundial de Motovelocidade vai desembarcar também na Indonésia, em Mandalika, Lombok, West Nusa Tenggara, como informou o site 'Motorsport'.
 
O diretor-executivo da Corporação para Desenvolvimento do Turismo na Indonésia (ITDC), Abdulbar M. Mansoer, confirmou o contrato de três anos com a Dorna, promotora do campeonato.
 
“Assinamos o contrato em 29 de janeiro em Madri com a Dona Sports. Ainda não anunciamos, pois queremos o momento adequado. Amanhã [sexta-feira] está programado para que Dorna o faça. O contrato é para três anos, começando em 2021”, afirmou ao ‘Motorsport’.
Ricky Baheramsjah, Edwin Darmasetiawan, Abdulbar M. Mansoer, Carmelo Ezpeleta, Raoul Pasaribu, Ngurah Wirawan, Carlos Ezpeleta e Mark Hughes (Foto: Divulgação/MotoGP)
O interesse de ir até o país começou em novembro do ano passado, quando Carmelo Ezpeleta, diretor-executivo da Dorna, foi até Lombok para conhecer a região. Durante a visita, foi também combinada a construção de um circuito que teria 4,3 km de cumprimento e 18 curvas e já conta com aprovação da FIM.
 
“Desenhamos o circuito e o apresentamos a Franco Uncini e Loris Capirossi. Seria o primeiro circuito de rua da MotoGP. Estimamos que o processo de construção do circuito seja rápido. Só é preciso construir os boxes”, explicou.
 
Apesar de o contrato marcar o início para daqui três anos, Abdulbar afirmou que a construção do circuito vai começar imediatamente e pode ficar pronto antes do prazo. Ainda, existe a possibilidade de estender o acordo.
 
“Em setembro começamos a asfaltar, logo depois entra a camada superior. Vai levar um ano. Há uma opção para estender o contrato, que a princípio é de três anos. Assim como Buriram, primeiro fechamos o acordo e depois vamos construir o circuito”, concluiu.