Pandemia faz FIM reduzir número mínimo de corridas por temporada

Por conta do alto número de corridas canceladas ou adiadas em decorrência da pandemia do novo coronavírus, a FIM (Federação Internacional de Motociclismo) decidiu diminuir o número mínimo de eventos para que as categorias mantenham o status de Mundial. No caso da MotoGP, a exigência era de 13 corridas

A FIM (Federação Internacional de Motociclismo) decidiu relaxar as exigências para que uma categoria seja considerada um campeonato mundial. A medida é uma reação às consequências da pandemia do novo coronavírus e afeta a MotoGP.
 
Em uma videoconferência realizada no último dia 21 reunindo a Comissão de Diretores da entidade, a FIM decidiu diminuir o número que eventos necessários para que uma categoria tenha o status de Mundial. O comunicado enviado à imprensa, porém, não especifica o novo número. 
MotoGP ainda não conseguiu formatar um novo calendário para 2020 (Foto: Divulgação)
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“Todas as disciplinas foram discutidas e impactadas por este período de lockdown com eventos sendo remarcados ou cancelados. Durante o período da pandemia, a Comissão concordou em diminuir o número mínimo de eventos por categoria (em todas as disciplinas FIM), considerando-os como Mundiais ou Copas da FIM e para permitir que a temporada esportiva de 2020 seja estendida para 2021 como último recurso para completar um Mundial ou Copa da FIM”, disse a FIM em nota.
 
Em março, durante o fim de semana do GP do Catar de Moto3 e Moto2, Carmelo Ezpeleta, diretor-executivo da Dorna, a promotora do Mundial de Motovelocidade, revelou que, por contrato, a empresa espanhola tinha de realizar 13 corridas por temporada. Até aqui, a MotoGP ainda não divulgou um novo calendário.
 
Por conta da pandemia, quatro GPs foram cancelados: Catar, Alemanha, Holanda e Finlândia. E outros sete adiados: Tailândia, Austin, Argentina, Espanha, França, Itália e Catalunha. Por enquanto, a meta é iniciar a disputa em 19 de julho com o GP da Espanha e, na semana seguinte, realizar o GP de Andaluzia, ambos em Jerez de la Frontera. Essa ideia, todavia, ainda precisa ser aprovada pelo governo da Espanha.
 
Além disso, a Dorna ainda não sabe se poderá sair da Europa, mas espera ter uma visão melhor do futuro até setembro. Ezpeleta já admitiu, entretanto, que é difícil correr na Ásia sem público. As corridas de Tailândia e Malásia então entre as de maior público da temporada. 
 

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