MotoGP

Petrucci diz que “dou meu melhor”, mas reconhece: “Às vezes, não é suficiente”

Danilo Petrucci falou sobre a primeira metade da temporada da MotoGP. Apesar de satisfeito em poder aparecer na terceira colocação, sabe que a Ducati ainda está longe da briga e reconhece as dificuldades em brigar com equipes como Yamaha e Honda

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
Danilo Petrucci terminou a primeira metade da temporada 2019 com sentimentos mistos. Apesar de estar feliz em ser o terceiro na classificação, reconheceu que está difícil se manter competitivo contra equipes como Yamaha e Honda.
 
Neste campeonato, o italiano alcançou sua primeira vitória na classe rainha do Mundial de Motovelocidade, em Mugello. Entretanto, aos olhos do piloto, os resultados alcançados até o momento não tem sido suficientes.
 
“Estou tratando de dar o meu melhor em minha melhor temporada da MotoGP. Mas está claro que às vezes não é o suficiente, como na Alemanha e Assen, onde Andrea e eu demos o máximo. Também em Mugello fizemos o máximo e chegamos em primeiro e terceiro. Lamentavelmente não podemos fazer mais. Gostaria que a fábrica fizesse algo mais”, disse.
Danilo Petrucci (Foto: Ducati)
Atualmente, o #9 aparece em terceiro na tabela, com uma desvantagem de 64 pontos para Marc Márquez, o líder. Danilo reconheceu que a briga é difícil, mas já deixou claro que vai dar tudo de si. “Estou feliz com minha situação, sou terceiro e somei pontos na Alemanha. Agora, o problema é Maverick, mas para brigar com ele precisamos um pouco mais”, apontou.
 
“Quero trabalhar mais, não porque preciso, mas sim porque me da mais motivação, quero terminar no top-3. É muito difícil no momento, mas acredito que temos que seguir acreditando que é possível, e também a fábrica deve pensar”, seguiu.
 
“Os dois próximos circuitos, Brno e Spielberg, serão um pouco melhores que os últimos, mas neste ano, Marc deu um passo maior que nós. Brigamos com ele no Catar e Mugello, dois circuitos da Ducati e os dois seguintes, mas ali ganhamos com pouca vantagem”, completou.
 
“Teremos que dar tudo para manter vivo o campeonato, é difícil dizer agora, mas temos que manter a fé. Quero trabalhar ainda mais, estar mais motivado e centrado”, encerrou.
 

 
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