Pol Espargaró pede melhora na eletrônica, mas elogia chassi e exalta KTM: “Está trabalhando como louca”

Pol Espargaró celebrou a chegada de um novo chassi para a RC16, mas avaliou que a KTM ainda precisa melhorar o pacote eletrônico do protótipo. Catalão destacou o ritmo de trabalho da fábrica austríaca

 

Pol Espargaró precisou trabalhar duro nesta quarta-feira (15). No primeiro contato entre a KTM e o circuito de Phillip Island, o catalão completou um total de 59 voltas, a melhor delas em 1min31s200, e ficou com o 17º tempo, 1s703 atrás de Marc Márquez, o líder dos trabalhos.

 
Por conta da estreia da RC16 no traçado australiano, Pol explicou que a KTM teve de trabalhar ainda mais duro, já que precisava ajustar a moto completamente do zero.
Pol Espargaró exaltou o ritmo de trabalho da KTM (Foto: KTM)

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“Como é o primeiro dia da moto nesta pista, nós temos de trabalhar duas vezes mais forte, porque a eletrônica não está ajustada, o acerto da moto, é um pouco estressante”, disse Pol. “Mas parece bom. É tão bonito pilotar aqui, o motor e a moto tornam esta pista muito divertida”, seguiu.
 
Ainda, Pol revelou que tem em Phillip Island um novo chassi, uma combinação entre os modelos anteriores.
 
“A KTM está trabalhando como louca!”, comentou. “Eles trouxeram um novo chassi para cá e, cada vez que trazem novas peças, elas trabalham melhor logo de cara. Isso é realmente importante, porque não temos um longo tempo até o Catar”, ponderou.
 
“Então estou realmente feliz, porque a KTM fez um grande esforço para trazer este chassi para cá em um período de tempo tão curto e funcionou realmente bem”, elogiou. “Especialmente quando eu entro na curva, com o antigo eu precisava usar muita força física nos últimos 50% do ângulo de inclinação, para colocar a moto no chão nas curvas. E você pode controlar por duas ou três voltas, mas, no fim da corrida, fica realmente difícil e realmente cansativo”, explicou.
 
“A KTM conseguiu trazer um chassi com essa harmonização entre esses dois, e é melhor na inclinação, e, especialmente, é melhor depois de algumas voltas, é menos físico”, apontou. “O nosso ponto fraco ainda é a eletrônica. Mas, de qualquer forma, nós estamos trabalhando nisso e eles estão fazendo um grande esforço”, frisou.
 
De acordo com o #44, essa dificuldade com a eletrônica se reflete em falta de tração. “Especialmente em duas áreas: as curvas 6, 7 e 8 e a curva 11, nós somos realmente fracos lá”.
 
“Está nos faltando muita dirigibilidade, aceleração. É uma pena, porque nós temos uma grande potência na moto e um grande potencial, mas, no momento, não podemos tirar proveito disso”, relatou. “Com certeza, o chassi também precisa de algumas melhorias em uma área e a última saída foi boa porque mudamos algo no chassi. Mas, agora, acho que o mais difícil de mudar e o mais difícil de melhorar é a eletrônica”, avaliou.
 
“A KTM é muito rápida em fazer chassis e braços oscilantes. Acho que precisamos focar na eletrônica, agora este é o nosso ponto fraco, e é onde os demais têm mais vantagem em relação a nós”, concluiu.

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