Prévia: com Márquez soltinho, MotoGP vai à Austrália na expectativa por novo épico

Palco de uma das melhores provas da história recente da MotoGP, Phillip Island volta a receber o Mundial de Motovelocidade neste fim de semana. Com título definido em favor de Marc Márquez, expectativa é pela disputa entre Valentino Rossi e Jorge Lorenzo pelo vice-campeonato, mas também pela volta do modelo original do #93

Localizado ao sul de Melbourne, o circuito de Phillip Island é uma das maravilhas do esporte a motor. Palco de fortes emoções nos últimos anos, o traçado de Victoria recebeu uma prova memorável no ano passado, o que deixa os fãs ansiosos por mais nesta 28ª edição do GP da Austrália.
 
Marc Márquez prometeu soltar a ferinha na reta final de 2016 (Foto: Michelin)

window._ttf = window._ttf || [];
_ttf.push({
pid : 53280
,lang : “pt”
,slot : ‘.mhv-noticia .mhv-texto > div’
,format : “inread”
,minSlot : 1
,components : { mute: {delay :3}, skip: {delay :3} }
});

(function (d) {
var js, s = d.getElementsByTagName(‘script’)[0];
js = d.createElement(‘script’);
js.async = true;
js.src = ‘//cdn.teads.tv/media/format.js’;
s.parentNode.insertBefore(js, s);
})(window.document);

Livre da pressão, Márquez vai para Phillip Island ‘soltinho’ e já tendo avisado que seu ‘modelo original’, aquele explosivo, tudo ou nada, vai voltar nesta reta final da temporada.
 
Mesmo soltando a ‘ferinha’, Marc ainda tem objetivos por conquistar, já que a Honda segue na briga com a Yamaha pelos títulos de Construtores e Equipes.
 

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “2258117790”;
google_ad_width = 300;
google_ad_height = 600;

Falando no time dos três diapasões, a Yamaha não vive o melhor dos momentos em 2016. Depois de abrir o ano com a YZR-M1 rotulada como a melhor moto do grid, a casa de Iwata ficou para trás e amarga um jejum de oito provas sem vencer — sua terceira maior seca na era da MotoGP, perdendo apenas para o período entre o triunfo de Max Biaggi no GP da Malásia de 2002 e o de Rossi no GP da África do Sul de 2004, e as 12 derrotas seguidas da temporada 2014, quando Márquez, sozinho, ganhou as primeiras dez corridas do ano.
 
Em uma temporada marcada pelo inusitado, a casa de Iwata chega à Austrália precisando desesperadamente da vitória. E o retrospecto não é exatamente favorável à marca nipônica. Na era da MotoGP, a Honda é a maior vencedora em Phillip Island, com seis vitórias. A Ducati tem quatro no traçado de Victoria — com Casey Stoner entre 2007 e 2010 —, assim como a Yamaha, que triunfou três vezes com Rossi e uma com Lorenzo.
 
Rossi, aliás, é quem mais vezes viu Phillip Island de cima. O #46 tem oito triunfos por lá — dois nas 250cc, um nas 50cc e cinco na MotoGP —, seguido por Stoner, que venceu todas as seis vezes na classe rainha.
 
Quarta força de 2016, a Suzuki tem um único pódio na pista australiana, com o segundo lugar conquistado por Chris Vermeulen em 2006.
 
Se serve de consolo para a escuderia nipônica, 11 das 14 corridas da MotoGP disputadas em Phillip Island foram vencidas por Stoner ou Rossi, deixando as outras três nas mãos de Marco Melandri (2006), Lorenzo (2013) e Márquez (2015).
 
Além dos três ponteiros na classificação, outro atrativo do fim de semana será Nicky Hayden. Aposentado da classe rainha desde o fim da temporada passada, o norte-americano fará uma segunda aparição na MotoGP, agora com a equipe oficial.
Valentino Rossi e Jorge Lorenzo tentam encerrar um longo jejum de vitórias da YZR-M1 (Foto: Yamaha)
Com Dani Pedrosa se recuperando das fraturas sofridas no forte acidente do segundo treino livre do GP do Japão, o #69 foi escalado para a tarefa e vai voltar a se encontrar com a RCV dez anos após a conquista do título de 2006.
 
Apesar da experiência obtida em Aragão, quando teve seu primeiro contato com os pneus Michelin e a nova eletrônica padrão, Nicky sabe que terá uma árdua tarefa pela frente, mas, mesmo assim, trata-se de um campeão mundial ‘voltando para casa’.
 

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “2258117790”;
google_ad_width = 300;
google_ad_height = 600;

A ausência de Pedrosa, aliás, também vai contribuir com a luta de Maverick Viñales pelo quarto posto no Mundial. O titular da Suzuki soma 165 pontos, dez a mais que o #26, e não deve desperdiçar a oportunidade de ampliar ainda mais essa margem. O espanhol, inclusive, não está longe da briga pelas posições da frente, uma vez que tem apenas 23 pontos a menos que Jorge Lorenzo, o terceiro colocado. Serie um feito e tanto para o piloto que se despede da GSX-RR no fim do ano.
A Ducati, entretanto, segue desfalcada de Andrea Iannone, um dos protagonistas da incrível corrida do ano passado. Assim como aconteceu no Japão, o italiano será substituído por Héctor Barberá.
 
Do lado da Aprilia, a expectativa não é das melhores. Embora tenha conquistado em Motegi seu melhor resultado na temporada, a casa de Noale chega a Phillip Island em desvantagem em comparação às fábricas rivais, uma vez que não participou da bateria de testes privados realizados na Austrália. Mesmo assim, é notória a evolução da RS-GP. 
 
Um dos pontos críticos do GP da Austrália, os pneus receberam atenção especial da Michelin. A fábrica francesa preparar um ‘pneu Phillip Island’, levando para o traçado de Victoria um composto completamente novo, desenvolvido para lidar com a abrasividade do asfalto australiano.
 
Outro foco de atenção do fim de semana, o clima pode aprontar das suas. Na sexta-feira, primeiro dia de treinos livres, os meteorologistas apontam para chuva, inclusive com pancadas fortes ao longo do fim de semana. No sábado, a chance de chuva diminui apenas 10%. Já no domingo, a previsão aponta para pancadas esparsas. 
Nicky Hayden vai substituir Dani Pedrosa neste fim de semana (Foto: Honda)
Ao longo do fim de semana, os pilotos também terão de lidar com o frio, já que as temperaturas giram entre 8 e 16°C na sexta, com a máxima chegando apenas aos 12°C nos demais dias.
 
O treino classificatório da MotoGP acontece no sábado, às 1h30 (de Brasília). A largada do GP da Austrália está marcada para as 3h de domingo.
 
Moto2
 
O GP do Japão promoveu uma verdadeira reviravolta na Moto2. Depois de se virar para reduzir o atraso em relação a Johann Zarco mesmo lidando com uma fratura de clavícula e gastroenterite, Álex Rins viu o francês se afastar mais uma vez.
 
Na única categoria com a disputa ainda aberta, Rins viveu um fim de semana atípico em Motegi. Fora do top-20 em todas as sessões, o espanhol ainda teve de lidar com uma queda durante os treinos e machucou o ombro. 
 
Na corrida, as coisas ficaram ainda piores, já que Álex caiu ainda na curva um e recebeu a bandeirada apenas em 22º. Zarco, por outro lado, ficou em segundo, ampliando para 21 pontos sua margem no topo da classificação.
Johann Zarco ganhou um respiro na classificação da Moto2 (Foto: Ajo)
Postulante ao título, Sam Lowes também teve seu revés nipônico. O britânico não completou a prova na ilha de Honshu e caiu para a quarta posição na tabela, atrás de Tom Lüthi.
 
O suíço, aliás, foi quem mais ganhou na passagem pelo Japão. Com o triunfo do último fim de semana, Tom chegou aos 179 pontos, 43 a menos que Zarco.
 
No que diz respeito ao histórico, Rins sai na frente, já que esteve no pódio de Phillip Island nos últimos três anos — venceu na Moto3 em 2013, foi terceiro em 2014 também na classe menor e venceu na Moto2 no ano passado — e é o único do grid atual a já ter vencido na Austrália na classe intermediária.
 
Zarco, por outro lado, só tem um pódio por lá, com o terceiro lugar conquistado na prova das 125cc em 2011. Nos dois anos seguintes, o #5 sofreu quedas, enquanto foi apenas sétimo no ano passado. Lüthi venceu na pista australiana em 2005, nas 125cc.
 
Vivendo uma boa fase, Franco Morbidelli também merece atenção, assim com Álex Márquez, atual detentor do recorde da pista na Moto3. Lorenzo Baldassarri, aliás, conquistou em Phillip Island no ano passado seu primeiro pódio no Mundial de Motovelocidade.
 
O treino que define do grid de largada do GP da Austrália de Moto2 acontece às 3h05 (de Brasília) do sábado. A largada da corrida está marcada para as 1s20.
 
Moto3
 

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “5708856992”;
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;

Primeira das três categorias do Mundial de Motovelocidade a ter seu campeão definido, a Moto3 não perdeu a animação com a conquista antecipada de Brad Binder. Assim como aconteceu com a Moto2, entretanto, o GP do Japão também mexeu com o ranking da temporada.
 
Enea Bastianini conquistou em Motegi sua primeira vitória no ano e aproveitou a queda de Jorge Navarro — que deslocou o ombro no acidente — para abrir 21 pontos de vantagem na luta pelo vice-campeonato. O piloto da Estrella Galicia 0,0, aliás, terá de receber o ‘ok’ médico para poder correr na Austrália.
Enea Bastianini tenta consolidar o segundo posto na classificação (Foto: Gresini)
Mais atrás na tabela, as coisas continuam quentes na disputa pelo posto de novato do ano. Terceiro em Motegi após a desclassificação de Hiroki Ono, Nicolò Bulega abriu cinco pontos de margem para Joan Mir, o quinto colocado. Sexto, Fabio Di Giannantonio também ver pertinho, apenas dois pontos atrás do rival da Kiefer.
 
Em termos de histórico, o grid atual não tem nenhum vencedor em Phillip Island, embora a KTM largue em vantagem, já que venceu as quatro corridas da Moto3 disputadas no traçado — o último triunfo da Honda na classe menor data de 2005, com Tom Lüthi.
 
O grid de largada para o GP da Austrália começa a ser definido às 0h35 de sábado. A largada em Phillip Island acontece à meia noite.
fechar

function crt(t){for(var e=document.getElementById(“crt_ftr”).children,n=0;n80?c:void 0}function rs(t){t++,450>t&&setTimeout(function(){var e=crt(“cto_ifr”);if(e){var n=e.width?e.width:e;n=n.toString().indexOf(“px”)

var zoneid = (parent.window.top.innerWidth document.MAX_ct0 = '';
var m3_u = (location.protocol == 'https:' ? 'https://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?' : 'http://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?');
var m3_r = Math.floor(Math.random() * 99999999999);
document.write("”);

GOSTA DO CONTEÚDO DO GRANDE PRÊMIO?

Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.

Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.

Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube