MotoGP

Rossi exalta “brigas do início ao fim” e crava: “é nosso ponto forte comparado a F1”

Valentino Rossi deu sua visão sobre a atual fase da Fórmula 1. O italiano destacou a importância da categoria em desenvolver tecnologias e o alto nível, mas comparou com a MotoGP e reconheceu que, diferente da classe rainha, que tem alta competitividade, a corrida às vezes é chata

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
Valentino Rossi decidiu emitir sua opinião sobre a atual fase da Fórmula 1. O italiano, que usou a MotoGP e a alta competitividade como comparativo, afirmou que a categoria pode ser boa para a tecnologia, mas destacou as corridas monótonas.
 
A principal categoria do automobilismo mundial tem recebido críticas por sua previsibilidade na pista. Até o momento, a Mercedes venceu todas as corridas, seis com Lewis Hamilton e duas com Valtteri Bottas, e fez cinco 1-2. Ainda, apenas três equipes apareceram nos pódios – a alemã, Ferrari e Red Bull.
 
Enquanto isso, na classe rainha do Mundial de Motovelocidade, Andrea Dovizioso, Marc Márquez e Álex Rins já triunfaram em 2019, e nada menos que sete times diferentes já terminaram dentro do top-3 no campeonato – Honda, Yamaha, Ducati, Suzuki, SIC, Pramac e LCR.
A F1 em Paul Ricard teve pouca ação na pista (Foto: Mercedes)
Então, o #46 avaliou que a MotoGP trabalhou muito para conseguir atingir o atual nível dentro das pistas, o que é um verdadeiro ponto forte. “Quem organiza a MotoGP trabalha muito duro nesse ponto de vista, na eletrônica, nos pneus, em tudo, e eles atingiram o objetivo”, disse em entrevista ao canal ‘BT Sport’. 
 
“Para mim, nosso ponto mais forte é isso, se você acompanha a corrida, nós temos grandes brigas do início ao fim, você espera pela surpresa. Ok, existem os caras da ponta, mas sempre está aberto. Isso é fantástico para os fãs”, continuou.
 
O piloto seguiu sua fala destacando que a F1 também tem sua importância, como nos estudos da tecnologia, mas que, em alguns momentos, as corridas deixam a desejas. “A Fórmula 1 é ótima para outras coisas, a tecnologia, o nível e tudo mais”, apontou.
 
“Mas, às vezes, como domingo [em Paul Ricard], a corrida é chata. Os carros ficam 2s uns dos outros e, no final, nada acontece. Não é sempre assim, mas às vezes acontece. Então, para mim, é nosso ponto forte comparado a F1”, encerrou.
 

 
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