Rossi fala em 2019 difícil, mas exalta atual forma: “Me faz continuar por mais um ano”

O italiano afirmou que 2019 teve corridas desastrosas, mas que a forma do atual ano o ajudou a se convencer de ficar mais um ano na MotoGP

Valentino Rossi mostrou estar satisfeito em como tem se saído em 2020. Ao fazer um balanço de sua campanha até o momento, o italiano destacou o alto nível do grid, mas comemorou se sentir bem em cima da moto e que isso até mesmo serve como motivação para seguir na MotoGP.

O piloto da Yamaha teve campanha discreta na última temporada. Apesar do forte início de campeonato onde conseguiu dois pódios consecutivos, viu a sorte mudar depois de Mugello, quando abandonou. Nas duas provas seguintes, também não cruzou a linha de chegada, e das 19 corridas do calendário, terminou 11 fora do top-5. A posição final na tabela foi sétimo, a pior colocação desde 2011, quando ficou no mesmo posto.

Na atual temporada, o Doutor conseguiu um pódio no GP da Andaluzia. Das sete etapas disputadas até o momento, ficou fora do top-10 em três oportunidades, duas delas com abandonos. No Mundial de Pilotos, vem em nono com 58 pontos somados. Entretanto, mostrou estar com a confiança em alta.

Valentino Rossi, MotoGP 2020, GP da Andaluzia
Rossi exaltou como tem se sentido em 2020 (Foto: Yamaha)

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“No ano passado, estava muito frustrado por especialmente a partir de Mugello, após as primeiras corridas, após Le Mans, quando fiz algumas boas corridas, alguns pódios, perdi o rumo. Sofri demais. Mugello foi um pesadelo, Barcelona não foi tão ruim, mas tive o acidente com [Jorge] Lorenzo”, disse o italiano.

“Mas depois, Assen foi um desastre, Sachsenring foi um desastre, e também algumas corridas no final do ano como Aragão e Valência. Tirando o resultado, não fui capaz de pilotar a moto e não era capaz de ser forte o suficiente. Então, mudei alguma coisa no time com David [Muñoz vindo como chefe da equipe] e tudo mais”, continuou.

“O que pensei no início da temporada foi: caso tenha a mesma sensação para fazer corridas como as que acabei de dizer, então, preciso parar. Mas na realidade, a situação foi muito melhor, me sinto bem. Com certeza é difícil, o nível é alto, mas trabalhamos bem e acho que posso ser forte. Então, sim, esses tipos de resultado me fazem continuar por mais um ano”, concluiu o piloto de 41 anos.

No próximo ano, o multicampeão não continua na equipe de fábrica da Yamaha, mas segue envolvido com a marca japonesa. Apesar de ainda não ter assinado contrato, o italiano segue para a SRT em 2021, fazendo parceria com Franco Morbidelli.

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