MotoGP

Rossi fala em “pequenos detalhes”, mas diz que Yamaha “não encontrou algo que mude nossas vidas” em teste

Valentino Rossi afirmou que a Yamaha não conseguiu encontrar algo muito grandioso em teste coletivo de Jerez. O #46 falou em “pequenos detalhes” que podem ser usados nas próximas corridas

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
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Valentino Rossi considerou que a Yamaha deu mais um pequeno passo rumo à recuperação de sua competitividade no teste coletivo de Jerez. O #46 destacou, no entanto, que a casa de Iwata não encontrou nada que mude radicalmente sua condição. 
 
Na segunda-feira (6), os times da MotoGP permaneceram em Jerez para um dia de testes coletivos. A Yamaha não levou nada grandioso para provar, mas trabalhou com a eletrônica para tentar melhorar a aceleração e a aderência.
 
“Não encontramos algo que mude nossas vidas, mas alguns pequenos detalhes que vamos usar nas próximas corridas”, disse Rossi.
Valentino Rossi afirmou que a Yamaha não conseguiu nenhuma grande melhora em Jerez (Foto: Yamaha)
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Apenas 17º no teste, Rossi fechou a segunda-feira 1s677 atrás do líder Fabio Quartararo, mas explicou que não se preocupou em buscar tempo em nenhuma de suas 74 voltas, já que o objetivo da Yamaha era outro.
 
“Não colocou o pneu macio. Nós nos concentramos em outras coisas”, explicou Valentino. 
 
Entre os itens testados na atividade de Jerez de le Frontera, dois novos pneus desenvolvidos pela Michelin.
 
“Um era para Áustria e Tailândia. E foi bom, porque normalmente com esse pneu [mais duro], com a Yamaha, nós sofremos muito. O outro pneu também foi bom”, relatou.
 
Além dos recorrentes problemas de aceleração e aderência, Rossi citou que é preciso trabalhar no wheelie, já que o italiano entende que a M1 está sofrendo por conta de suas asas. 
 
Apesar de ainda estar no início da temporada, a Yamaha já homologou as duas carenagens permitidas para este ano. Rossi, no entanto, segue usando a versão antiga.
 
“Para mim, agora nós sofremos com a Yamaha com o wheelie, porque nossas asas ― como Quartararo também usou na corrida ― são bem velhas e não têm muito downforce”, comentou. “Além disso, durante a corrida, eu fiquei com a Ducati e a Honda e nós sofremos com o wheelie, então temos de fazer algo”, defendeu.
 
“Nós testamos as asas [novas] e não são tão ruins, podemos usar nas próximas corridas. Depois disso, é difícil por conta da velocidade final, porque já a nossa velocidade máxima já não é fantástica”, ponderou.
 
Após o GP da Espanha, Rossi considerou que as fraquezas da Yamaha evidenciadas por Jerez foram reduzidas, mas seguem existindo.
 
“A maior diferença em relação aos últimos dois anos é que nós trabalhamos bem e fomos na direção certa”, avaliou. “O desafio é muito difícil, o nível das motos top é muito alto, então precisamos de tempo. Mas esperamos que possamos ser mais competitivos em outras pistas que são mais ajustadas à M1”, completou.


 
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