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MotoGP

Rossi revela ranking pessoal e vê Laguna Seca 2008 como “vitória especial”

Valentino Rossi revelou as três vitórias que considera suas melhores na MotoGP. Além disso, o italiano também reconheceu a importância dos rivais em seu desenvolvimento como piloto

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
Valentino Rossi revelou seu “ranking pessoal” de vitórias na MotoGP. Indo para sua 21ª temporada na classe rainha do Mundial de Motovelocidade, o #46, curiosamente, escolheu apenas conquistas a bordo da Yamaha.
 
Dono de 89 vitórias na divisão principal do Mundial ― o recorde ―, Rossi apontou os triunfos no GP da África do Sul de 2004, no GP dos Estados Unidos de 2008 e no GP da Catalunha de 2009 como seus preferidos.
Stoner e Rossi (Foto: Reprodução)
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“No meu ranking pessoal de vitórias da minha carreira, tenho três [que considero as melhores]”, disse Rossi em entrevista à emissora britânica BT Sport. “São elas: Welkom 2004, que foi a primeira com a Yamaha; Laguna 2008, a batalha com [Casey] Stoner; e Barcelona 2009, a batalha na última curva com Jorge Lorenzo. Essas são as melhores”, listou.
 
A disputa nos Estados Unidos com Stoner contou com uma ultrapassagem memorável do italiano no Saca-Rolha, quando Rossi passou pela brita para completar a manobra.
 
“Aquela corrida foi uma vitória especial. Foi muito importante, porque, naquele momento, Stoner era muito, muito forte, e ele me venceu em 2007 e conquistou o campeonato com a Ducati”, recordou. “Quando chegamos em Laguna Seca, aquele fim de semana era crucial para o resto do campeonato, pois Stoner era incrivelmente rápido com a Ducati naquela pista”, reconheceu. 
 
“Pensei que a chave era tentar permanecer na frente e determinar meu próprio ritmo na corrida, porque é muito difícil ultrapassar em Laguna Seca, porque é muito estreito”, explicou. “A batalha foi furiosa do início ao fim, mas eu consegui chegar na frente”, comentou.
 
Ainda, Rossi lembrou os rivais da carreira e reconhecei que eles, “com certeza”, o ajudaram a melhorar como piloto.
 
“Tive grandes, grandes batalhas com Max Biaggi, Sete Gibernau e, depois, com Jorge Lorenzo. E, quanto você tem uma rivalidade assim, é um combustível para melhorar a performance de todo mundo, para aumentar o nível. Pois a briga começa e, depois, se torna algo um pouco pessoal”, explicou. “Então isso faz com que você dê um pouco mais para chegar na frente e o nível aumenta”, completou.
 
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