MotoGP

Rossi vê evolução no “nível de profissionalismo” dos pilotos da MotoGP e ressalta: “Tem de treinar muito”

Valentino Rossi viu grande mudança na MotoGP desde sua estreia no Mundial. O italiano ressaltou que o nível de profissionalismo dos pilotos mudou, e que é errado encarar apenas a fase europeia do calendário como início do campeonato

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
Valentino Rossi vê uma grande evolução da MotoGP nós últimos anos. O italiano apontou que com o aumento do profissionalismo do grid, é preciso enfrentar as primeiras etapas do ano com tanta seriedade quanto a perna europeia do calendário.
 
Em 2019, o titular da Yamaha está disputando sua 24ª temporada no Mundial de Motovelocidade. Desde que estreou na categoria, muitas mudanças foram vistas, tanto no calendário quanto na força dos pilotos.
 
De olho em tudo, o #46 reconheceu que é um erro ver apenas o ‘velho continente’ como o início do campeonato, precisando estar pronto desde a primeira corrida do ano. “Não concordo que o campeonato começa na Europa. Estive enganado há alguns anos”, falou.
 
“A Europa é fantástica porque conhecemos os circuitos e as viagens são mais curtas. O campeonato começa no Catar e tem que estar no topo. Nos últimos anos, mudou o nível de profissionalismo dos pilotos. Tem que treinar muito, ir dormir pronto”, seguiu.
O GP das Américas (Foto: Yamaha)
“É bom para o campeonato. Há alguns anos era mais romântico, não tinha que se concentrar, mas acredito que assim é o caminho certo”, completou.
 
Apesar de uma pré-temporada não tão forte, Rossi teve seu melhor início de ano desde 2017, chegando a Jerez de la Frontera, quarta etapa do ano, apenas três pontos atrás do líder Andrea Dovizioso. Então, o italiano agora aponta o desenvolvimento da moto como ponto chave para as próximas disputas. 
 
“No ano passado, fiz apenas um segundo lugar e este ano já foram dois. Vai depender do que acontece durante a temporada. Agora a MotoGP é como a F1, todo mundo está melhorando a moto”, apontou.
 
“Em 2017, cheguei líder na Europa, mas os demais melhoraram e a segunda metade do ano foi um desastre. Temos que ir somando pontos, mas estar concentrados no topo para ir melhorando porque é o que todos fazem”, encerrou.
 

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