Smith sente pressão por resultados na KTM e admite que derrota para Kallio em Aragão o deixaria em maus lençóis

Cobrado por temporada apagada, Bradley Smith classificou como normal a pressão da KTM, da imprensa e até mesmo dos fãs. Britânico reconheceu que ser superado mais uma vez por Mika Kallio o deixaria em uma situação complicada

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Bradley Smith não faz sua melhor temporada na MotoGP. Primeiro piloto a aceitar o desafio de guiar pela estreante KTM, o britânico não se adaptou à RC16 e somou apenas oito pontos no ano, 18 a menos que Pol Espargaró, o companheiro de equipe.
 
Como se isso não fosse o bastante, o britânico ainda viu Mika Kallio, piloto de testes da marca austríaca, se destacar no GP da Áustria. O finlandês conquistou o décimo posto no Red Bull Ring, enquanto o #38 ficou apenas em 18º.
Bradley Smith sabe que tem seu lugar na KTM ameaçado (Foto: Gold & Goose/KTM)
“Sei bem que a pressão está especialmente em mim e no time depois da sequência recente de resultados ruins”, disse Smith ao site oficial da MotoGP. “Nós estamos buscando todas as formas de mudar as coisas. Você não pode fazer milagres do dia para a noite neste jogo, mas cada pequeno passo leva a melhores resultados”, seguiu.
 

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“A KTM tem sido fantástica. Eles realmente querem que eu tenha sucesso e estão fazendo todo o possível para me ajudar”, reconheceu. 
 
Com Kallio escalado para um novo wild-card em Aragão, Smith sabe que uma nova derrota para o finlandês o deixaria em uma situação ainda mais complicada.
 
“A corrida depois de Misano é Aragão, onde Mika vai se juntar a mim e Pol na equipe”, lembrou. “Se Mika me bater pela mesma margem que o fez na Áustria há algumas semanas, tenho certeza de que serão feitas algumas grandes perguntas”, admitiu.
 
Embora tenha sido cobrado publicamente, Smith segue confiante no apoio da KTM, que chegou a substituir seu chefe de mecânicos, entregando o posto para Esteban Garcia, que trabalhou com Kallio no Red Bull Ring, para tentar melhores resultados. Ciente da performance discreta, especialmente na comparação com Espargaró, Bradley classificou a pressão como compreensível.
 
“A pressão externa é diferente, mas eu já senti isso antes com a imprensa e as redes sociais, e tudo isso é uma parte e uma parcela deste trabalho”, reconheceu. “Sou interrogado pela imprensa nas nossas entrevistas depois da classificação e da corrida, o que é compreensível com a forma como as coisas estão acontecendo no momento”, continuou.
 
“O time e, especialmente, os caras na minha garagem foram fantásticos e eu tenho apoio total deles”, ressaltou. “Esteban é cheio de conhecimento e experiência e, desde o primeiro dia, encarou este desafio. Não é fácil para ele entrar em um time que está realmente com dificuldades ao invés de um time que está produzindo resultados, mas ele está lá”, declarou.
 
“Silverstone não seria fácil, porque era a primeira visita da KTM e não tínhamos dados anteriores, então, como fazemos frequentemente, tivemos de começar do zero”, comentou. “Misano deve ser diferente. Vamos torcer para que as perguntas em Misano sejam sobre nosso melhor resultado na temporada”, concluiu.
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