MotoGP

Viñales diz que vitória tirou “grande peso das costas” e aponta: “Vai me dar muita credibilidade na Yamaha”

Maverick Viñales ficou bastante aliviado em ser o piloto que encerrou o jejum de vitórias da Yamaha. Inclusive, o piloto não só afirmou que agora a equipe vai lhe dar mais créditos como pediu também para ser mais ouvido internamente
Warm Up / Redação GP, de São Paulo
 Maverick Viñales (Foto: Divulgação/MotoGP)
A vitória na Austrália deu uma grande injeção de bom humor e otimismo a Maverick Viñales. Uma semana após a conquista, o espanhol afirmou que o feito ainda vai lhe render muita credibilidade dentro da Yamaha.
 
Não é para menos que o espanhol esteja tão empolgado. A equipe japonesa vinha enfrentando a sua pior crise na MotoGP, com o maior jejum de vitórias de sua história. Entretanto, a fase ruim terminou, mesmo que temporariamente, com o #25 subindo ao degrau mais alto do pódio em Phillip Island após uma corrida dominante.
 
“Tiramos um peso enorme de nossas costas, sinceramente. Foi muito importante para a Yamaha, para toda a equipe japonesa na fábrica, foi um incentivo muito forte”, avaliou o piloto.
Maverick Viñales (Foto: Divulgação/MotoGP)
“Estão trabalhando muito e de uma corrida para a outra trouxeram uma peça que pedi, então os agradeço muito. Acredito que o triunfo na Austrália vai me dar muita credibilidade na Yamaha”, continuou.
 
“Aqui chegamos com a mesma sensação que comecei em Phillip Island, tratar de correr sem nenhuma pressão nem marcarmos nenhum resultado. Tentaremos ver na sexta-feira como funciona a moto e depois veremos onde estamos”, completou.
 
Com a vitória, Viñales pediu também que a Yamaha comece a ouvi-lo quando apontar algo sobre a moto e suas sensações. “No final, tendo peso ou não, estou muito feliz em ser o piloto que terminou com o jejum, é muito importante para a Yamaha e para mim”, falou.
 
“Fui eu quem conquistou a vitória 500 da Yamaha [Le Mans 2017], e agora encerro o jejum negativo. Valentino é um dos maiores da história e, de fato, a melhor Yamaha na classificação. Mas já estou há dois anos no time e quero que sejam guiados por minhas sensações”, encerrou.