MotoGP

Viñales pede mais tração, mas vê Yamaha com moto “para ser competitivo e vencer o título”

Na contramão de Valentino Rossi, Maverick Viñales parece acreditar que a Yamaha encontrou a solução para os problemas que marcaram a temporada 2018. O agora #12 considerou que o protótipo precisa de mais tração, mas considerou que tem uma moto para vencer o título
Warm Up / Redação GP, de São Paulo
 Maverick Viñales (Foto: Yamaha)
Enquanto Valentino Rossi parece mais cético em relação à evolução da Yamaha, Maverick Viñales se mostra confiante na performance da YR-M1. Após os testes de Valência e Jerez, o #12 considera que tem uma moto para “ser competitivo e vencer o título”.
 
Viñales fechou o teste de Jerez ― o último antes da pré-temporada do ano que vem ― com o quarto tempo, apenas 0s121 atrás de Takaaki Nakagami, o líder das atividades.
Maverick Viñales se mostrou confiante na melhora da Yamaha (foto: Yamaha)
“Nós fomos muito competitivos com pneus usados. Eu podia pilotar muito bem a moto durante todo o teste. E aquela pista é realmente difícil para mim, nunca fui rápido com a MotoGP lá, e este ano eu consegui manter tempos de volta realmente bons. Pude forçar”, disse Viñales. “Então é realmente importante estar um décimo atrás da ponta aqui, em uma pista que acho que é a mais difícil para nós, é realmente bom”, seguiu.
 
“Acho que é uma moto para ser competitivo e uma moto para vencer o título. Me senti realmente bem”, frisou. 
 
Mesmo bastante animado com a performance da YZR-M1 em Jerez, Viñales avaliou que é preciso mais tração, já que entende que este é o ponto fraco da Yamaha.
 
“Nós precisamos de mais tração. Este ainda é nosso ponto fraco, então estou realmente feliz por atingir esses tempos de volta com esta tração. Isso significa que a moto está funcionando bem. Acho que, antes de mais nada, temos de encontrar um pouco de aderência mecânica e aí ajustar a eletrônica”, ponderou. “A eletrônica no momento é bem boa, me sinto realmente bem com a forma como o controle de tração está funcionando, com o wheelie que temos e com a entrega de potência. Mas ainda acho que mecanicamente nós podemos melhorar. Vamos dar um bom salto quando melhorarmos mecanicamente a aderência”, concluiu.