Sadler evita erros no exigente oval de Darlington, dribla rivais e parte para segunda vitória na temporada da Xfinity

Elliott Sadler viu seu principais rivais cometendo erros. Daniel Suárez e Kyle Larson, por exemplo. Driblando as características traiçoeiras de Darlington, Sadler venceu a segunda no ano

O oval de Darlinton é conhecido por complicar a vida dos pilotos. Muitos erram, poucos podem se gabar de completar uma corrida por lá sem raspar o muro. Mesmo assim, Elliott Sadler conseguiu fazer uma prova muito sólida neste sábado (3) e, sem errar, levou a vitória na Xfinity.
 
Mesmo evitando os muros, Sadler não teve vida fácil. O piloto do #1 perdeu velocidade nas últimas voltas, quase entregando a vitória para Denny Hamlin na última volta. Defesas precisas fizeram a diferença, mantendo Hamlin no segundo posto.
 
Atrás dos dois primeiros veio o trio Daniel Suárez, Kyle Larson e Brennan Poole.
Elliott Sadler (Foto: Nascar Media)
Dentre os pilotos que cometeram erros em Darlington, dois chamam atenção: Suárez e Larson. O mexicano, enquanto caçava Sadler, errou e tocou de leve com a traseira no muro. Foi suficiente para perder velocidade. Já Kyle fez uma bobagem daquelas: liderando, o piloto do #42 perdeu o controle do carro enquanto ia aos boxes, jogando pela janela as chances de vitória.
 
A vitória de Sadler, mesmo suada, não faz muita diferença no campeonato: o #1 já estava garantido no Chase com a vitória em Talladega.
 
A próxima etapa da Xfinity será em Richmond, já no próximo final de semana.

Saiba como foi a etapa da Xfinity em Darlington

 
Paul Menard, largando em segundo, fez uma bela primeira volta. Mais precisamente, uma largada perfeita: o #2 superou Denny Hamlin com facilidade, começando a abrir vantagem a partir daí.
 
A largada de Hamlin foi tão ruim que o piloto da Joe Gibbs desabou ao longo dos primeiros metros. Denny saiu de primeiro para quarto, abrindo caminho também para Elliott Sadler e Daniel Suárez.
 
Sadler, segundo impedia que Menard abrisse muita vantagem. Em verdade, o piloto do #1 era capaz de se manter muito perto. Tanto que, já na volta 3, Elliott superou Paul. Quase simultaneamente, Hamlin ultrapassava Suárez, briga que valia o terceiro lugar. Fechando o top-5, Justin Allgaier.
 
Depois de ser ultrapassado por Hamlin, Suárez não parou de perder terreno. Allgaier também passou o mexicano, trazendo um caminhão de gente junto. Na volta 20, o #19 já estava em 11º lugar. Algo estava claramente errado no carro, muito mais lento do que a concorrência.
Denny Hamlin (Foto: Reprodução/Twitter)

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Na volta 21, a primeira bandeira amarela do dia. Mike Harmon havia rodado após ser tocado por BJ McLeod, indo direto para o muro interno. Todos aproveitaram para ir aos boxes, onde Hamlin roubou o segundo lugar das mãos de Menard.
 
Na relargada, Sadler disparou. Enquanto isso, Hamlin voltava a perder posição para Menard, que voltava a ser segundo – brevemente, pois o troco veio em seguida. Ty Dillon e Allgaier fechavam o top-5.
 
Pouco após a relargada, Kevin Harvick começou a relatar problemas no motor. A solução foi mandar o carro para a garagem, acabando com qualquer chance de vitória.
 
Quase que ao mesmo tempo, Kyle Larson fez um contato um pouco mais forte com o muro. Darlington é famosa por exigir que os pilotos andem muito perto do muro, tradição que vitimou o #42. Não foi um contato forte o suficiente para trazer a bandeira amarela, mas suficiente para deixar a Ganassi preocupada sobre um furo no pneu.
Kyle Larson (Foto: Reprodução/Twitter)
Na frente, a briga pela liderança esquentava. Hamlin se mantinha perto de Sadler, mas não era capaz de encaixar uma manobra. Os retardatários acabaram ajudando: preso atrás de um carro mais lento, Elliott perdeu a ponta para Denny.
 
Três giros depois, a segunda bandeira amarela. Mario Gosselin rodou sozinho na saída de uma curva, exigindo a intervenção. Nos boxes, a ordem passou a ser Hamlin, Sadler, Ty Dillon, Menard e Allgaier. O top-5 não se alterou na relargada, com Hamlin finalmente acertando a mão.
 
Mas, conforme as voltas passavam, o top-5 passou a se alterar. Hamlin e Sadler ainda eram os dois primeiros, mas agora com Menard, Allgaier e Larson fechando o top-5. A mudança foi consequência de um momento ruim de Ty, que logo desabou para o nono lugar.
 
Depois de entrar no top-5, Larson não parou de ganhar terreno. O #42, vivendo grande fase na Nascar, despachou ambos Menard e Allgaier com alguma facilidade. Com 79 voltas completas, Kyle era o piloto mais veloz da prova. A chegada em Sadler era questão de tempo.
 
A questão é que Sadler também estava rápido, com ligeira vantagem em tempos de volta sobre Hamlin. Assim, os três primeiros estavam ficando cada vez mais próximos.
 
Uma briga tripla pela liderança poderia acontecer, mas os fãs da Nascar ficaram na vontade. O que se viu foi Larson despachando Sadler sem muita dificuldade, e em seguida superando Hamlin com uma linda manobra por fora. O #42 estava em primeiro e começava a abrir.
Por volta do centésimo giro, começou um ciclo de pits em bandeira verde. Hamlin entrou antes de Larson, que cometeu um erro muito bobo: o piloto do #42 errou a entrada nos boxes, rodou sozinho e ficou parado na pista. Praticamente ao mesmo tempo, Ryan Blaney, Carl Long e Ross Chastain se envolveram em um acidente, trazendo a bandeira amarela.
O auê em Darlingon (Foto: Reprodução/TV)
Assim, a briga pela liderança havia ficado embaralhada. Blaney, quase sem danos, era o líder, com Brennan Poole em segundo. Larson ainda era o terceiro, mas precisando fazer um pit. Essa necessidade certamente jogaria o #42 para trás de Hamlin, então quarto.
 
Feitos os pits, o top-5 verdadeiro se revelou: Hamlin, Sadler, Jones, Suárez e Larson.
 
A liderança de Hamlin voltou a ser breve. Sadler largou muito bem, passando o adversário por fora. Suárez era terceiro, com Larson em quarto.
 
Suárez, depois de um começo de corrida conturbado, conseguiu recuperar a velocidade para as últimas 30 voltas. O #19 passou Hamlin com alguma facilidade, e parecia capaz de caçar o líder Sadler. Apenas 0s3 separavam os dois.

Depois de tanto remar, Suárez não parecia capaz de tomar a liderança. O mexicano cometeu um erro na saída de uma curva, fazendo contato com o muro. Logo ficou claro que Daniel estava perdendo a velocidade, tanto que Hamlin recuperou o segundo lugar.
 
Hamlin, mesmo com o excelente carro da Joe Gibbs, não parecia ter a velocidade para buscar Sadler. O #1 simplesmente não errava e, assim, a pequena distância entre os dois não chegava a ser uma grande ameaça.
 
Isso até as últimas três voltas. Com problemas nos pneus, Sadler perdeu ritmo subitamente. Mesmo assim, o piloto do #1 segurou a barra e partiu para a vitória.
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