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Fittipaldi consegue suspensão da penhora de carros e troféus retidos pela Justiça de São Paulo

Depois de meses de problemas judiciais por conta de dívidas milionárias, Emerson Fittipaldi parece começar a ver uma luz no fim do túnel. O bicampeão da F1 recuperou a Copersucar Fittipaldi de 1977 e a Penske da Patrick Racing de 1989

Warm Up / Redação GP, de Porto Alegre
Três meses após a revelação da situação de falência que circunda Emerson Fittipaldi, uma luz no fim do túnel passou a ser vista. O bicampeão mundial de F1 conseguiu suspender o processo de penhora que havia retido carros e troféus marcantes de sua carreira. A informação é do UOL Esporte.
 
Assim, os artigos devem retornar ao Museu Fittipaldi, onde ficavam anteriormente. Enquanto a situação se desenrolava na justiça, os carros – a Copersucar Fittipaldi de 1977 e a Penske de 1989 – e troféus estavam armazenados no galpão do banco ABC, entidade que deu início ao processo judicial.
 
"Esperaremos apenas a decisão ser apresentada no Diário Oficial para requerermos a liberação dos veículos. Entramos com ação de embargo, pois entendemos que esses veículos são um patrimônio do povo", disse o advogado de Fittipaldi, Carlos Eluf, ao UOL Esporte.
Copersucar Fittipaldi de 1977, retida pela justiça (Foto: Getty Images)
A situação financeira de Emerson Fittipaldi estourou no começo de abril. Na ocasião, a Rede Record revelou que o ex-piloto devia aproximadamente R$ 27 milhões. Vários credores entraram na justiça para reaver o dinheiro devido. Apesar disso, Emerson negociou a compra de uma mansão de luxo em Miami, avaliada em R$ 16 milhões.
 
Parte das dívidas foi criada justamente quando Fittipaldi se envolveu com a organização das 6 Horas de São Paulo, prova válida pelo Mundial de Endurance. A série de problemas do brasileiro inclusive fez a FIA rever a decisão de visitar a capital paulista, dando um ponto final na corrida em 2014, após apenas três edições.
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