Após descanso, pilotos se separam e motos seguem para Bolívia na segunda etapa maratona do Dakar

Depois de um dia de descanso, os competidores do Rali Dakar voltam à ativa neste domingo (12) com trajetos completamente diferentes para motos e quadriciclos, e carros e caminhões

Salta (ARG) – Salta (ARG)/ Salta (ARG) – Uyuni (BOL)
Deslocamento: Carros e Caminhões – 230 km; Motos e Quadriciclos – 367 km
Trecho cronometrado: Carros – 533 km; Caminhões – 525 km; Motos e Quadriciclos – 401 km
Percurso total: Carros – 763 km; Caminhões: 755; Motos e Quadriciclos – 768 km
 
Os pilotos do Rali Dakar puderam aproveitar um sábado de descanso, mas voltam para a pista neste domingo (12) para encarar um grande desafio. Desta vez, carros e caminhões, e motos e quadriciclos terão percursos completamente diferentes, com os veículos mais leves seguindo rumo a Uyuni, na Bolívia.
Motos e Quadriciclos seguem rumo a Bolívia (Foto: Reprodução)
Carros e caminhões seguem em Salta, na Argentina, onde encaram uma especial de 533 e 525 km, respectivamente. O trecho cronometrado começa nas pedras, que se mistura com trechos de terra. Para aumentar o grau de dificuldade, os competidores ainda terão de passar por um trecho de sal e tudo isso a uma altitude média de quase 3.500m.
 
Para motos e quadriciclos, a sétima etapa do Dakar será a segunda maratona do rali. Desta vez, os competidores entram na Bolívia, onde vão encontrar uma paisagem completamente diferente da que foi vista anteriormente. 
Carros e caminhões têm especial ligeiramente diferente, mas ambas em Salta (Foto: Reprodução)
Com a altitude na casa dos 3.600m, os pilotos terão de enfrentar um misto de terrenos de terra e pedra, fechando o dia em um grande trecho de areia.
 
Após seis etapas, o trio formado por Gerard de Rooy, Tom Cousoul e Darek Redewald tem a liderança entre os caminhões. Nos quadriciclos, é Sergio Lafuente que comanda o rali. Nos carros, Nani Roma e Michel Perin têm a ponta da tabela. Marc Coma comanda a disputa entre as motos.

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