Sainz revela decepção com Peugeot por não tentar reparar carro após acidente que causou abandono no Dakar

Carlos Sainz deixou o Dakar na quinta-feira depois de despencar de um barranco após capotar seu carro em Tupiza, na Bolívia. Mas o espanhol, campeão em 2010, entende que poderia continuar na prova se a Peugeot dedicasse mais tempo para realizar os reparos no 3008 DKR. Mas a equipe francesa entende que não havia tempo hábil para realizar os consertos

 

Carlos Sainz foi uma importante baixa nesta primeira semana do Rali Dakar 2017. O espanhol, campeão da prova em 2010, despontava como um dos favoritos ao título depois de ver Nasser Al-Attiyah abandonar a disputa. Mas perto da zona de meta da quinta etapa da competição, já em Tupiza, na Bolívia, o experiente piloto capotou seu carro e despencou de um barranco de aproximadamente 20m. Por sorte, tanto Sainz quanto seu navegador, o compatriota Lucas Cruz, escaparam apenas com dores nas costas.

 
Entretanto, Sainz entende que havia condições para continuar no Dakar. O piloto chegou a Madri na tarde do último sábado (7) e, pouco após desembarcar, expressou sua decepção com a Peugeot. Na avaliação de Carlos, a equipe poderia ter tentado reparar o carro após o acidente na Bolívia, uma vez que a prova só vai ser retomada mesmo na segunda-feira. A etapa prevista para o último sábado, entre Oruro e La Paz, foi cancelada pela organização de prova por conta das fortes chuvas na Bolívia neste fim de semana.
 
“Eu queria continuar. O carro não teve tantos danos. O chassi estava bom, o motor estava bom, a única coisa que precisaria de maiores reparos era na fibra de carbono”, salientou o veterano, que foi recebido, entre outros tantos, pelo seu filho, Carlos Sainz Jr., piloto da Toro Rosso na F1.
 
Sainz acredita que a Peugeot teria muito trabalho para realizar os reparos, mas que seria possível ao menos levar o 3008 DKR à zona de meta em Tupiza e trabalhar no carro para garantir a ida até La Paz. Entretanto, a equipe alegou que seria muito complicado realizar o conserto e que não havia tempo material hábil para realizar os trabalhos.
Sainz entende que havia condições de continuar mesmo com os danos no seu Peugeot 3008 DKR (Foto: Dakar)
Ainda com dor nas costas depois da forte pancada que sofreu ao despencar com o carro no barranco, Sainz explicou que não estava correndo riscos. “O acidente aconteceu porque havia uma moto à frente, e então perdi a referência de distância da curva. Quando estava em meio à poeira, me dei conta de que estava muito rápido, freei para tentar entrar, mas acabei capotando na curva. Foi um segundo de poeira, esse tipo de prova é assim”, comentou.
 
Depois do susto na Bolívia, tudo o que Sainz deseja agora é descansar: “Estou muito melhor. Agora é voltar para casa, descansar e refletir. É o que faço depois de todo Dakar. Depois, vou ver o que vou fazer”, finalizou, evitando falar sobre seu futuro na Peugeot e no próprio maior rali do mundo.
 
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