Sanz vê “muitos galos em um galinheiro”, mas garante liberdade dos pilotos na KTM: “Todos somos iguais”

Laia Sanz avaliou que embora a KTM tenha um time de estrelas para o Rali Dakar, os pilotos estão livres para buscar o resultado. Espanhola ressaltou que, mesmo correndo com cores diferentes, conta com o mesmo equipamento dos demais pilotos do time

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A KTM conta com um time estrelado para a edição 2018 do Rali Dakar, mas nem por isso dá tratamento diferente a seus pilotos. Dona de 16 vitórias consecutivas, a marca austríaca encara a prova entre Peru, Bolívia e Argentina com os campeões Toby Price e Sam Sunderland, além de Laia Sanz, Matthias Walkner, Antoine Meo e Luciano Benavides.
 
Embora a estrutura da marca de Mattighofen seja dividida em duas para a prova em termos de nomenclatura ― com Price, Sunderland, Walkner e Meo no time apoiado pela Red Bull ―, a KTM procura dar o mesmo status a todos seus competidores. Ao menos na largada da disputa de quase 9 mil km.
Laia Sanz afirmou que KTM dá condições de igualdade a seus pilotos no Dakar (Foto: KTM)

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Em entrevista ao jornal espanhol ‘Mundo Deportivo’, Sanz destacou que os pilotos recebem o mesmo material e são livres para disputar a prova. A espanhola tem como melhor resultado no Dakar um nono posto, conquistado na edição 2015.
 
“Na equipe, todos somos iguais”, disse Laia. “Embora vá com cores distintas na moto, as motos e o tratamento são iguais. Trabalhamos em teste e na corrida juntos e não muda nada”, seguiu.
 
“A KTM sabe o que fazer para evitar problemas. Têm muitos galos em um galinheiro e todos saem com as mesmas condições. Não é como antes ou como em outras equipes, onde existe um piloto ponteiro, um número um, e os outros trabalham para ele. Na KTM, todos vão livres”, explicou. “Começamos a corrida assim, mas está claro que se depois tiver de ajudar alguém, é claro que isso será feito, porque temos de trabalhar em equipe. Mas todos saímos para dar o máximo possível sem ordens desde o princípio”, insistiu.
 
Para a edição deste ano, a décima em território sul-americano, a organização do Dakar sem empenhou em criar um roteiro duro, talvez o mais difícil dos ralis realizados deste lado do mundo.
 
“Será um Dakar muito duro”, previu Sanz. “A organização trabalhou para que a gente sofra”, resumiu.
 
Depois de uma longa ausência, o Peru volta ao Dakar este ano, mas Sanz acredita que as dunas peruanas não serão um ponto chave da disputa. Ao menos para as motos.
 
“Não creio que sejam tão chave. Claro que vão acontecer coisas, porque nas dunas é sempre complicado. Vai depender também muito da temperatura”, considerou. “Acho que as dunas vão marcar muito mais a corrida dos carros, já que nas motos não temos tantos problemas nas dunas quanto eles”, comparou.
 
“Acho que a segunda semana guarda mais armadilhas do que esperamos”, opinou. “A primeira será muito dura por causa da areia, mas a segunda semana será pior”, concluiu.
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