Cacá Bueno encara mudança para Cimed com tranquilidade e prevê adaptação rápida: “Os resultados vão acontecer”

Maior campeão em atividade no grid da Stock Car, Cacá Bueno vive um momento de mudança na principal categoria do automobilismo brasileiro. Depois de oito temporadas na Red Bull, equipe chefiada por Andreas Mattheis, o carioca de 40 anos parte para um novo desafio, agora no melhor time da atualidade no certame. Após um 2016 cheio de altos e baixos, Cacá planeja um ano de virada no ‘foguete verde’


A frenética dança das cadeiras da Stock Car para a temporada 2017 começou ainda em setembro do ano passado, quando a Red Bull anunciou sua saída da categoria e, dias depois, Cacá Bueno confirmou a transferência para a Cimed. A equipe chefiada por William Lube dominou a Stock Car nos últimos dois anos e montou um esquadrão para o campeonato que se inicia neste fim de semana em Goiânia. Além de Felipe Fraga e Marcos Gomes, titulares nas últimas campanhas, a marca farmacêutica contratou Cacá Bueno, com um contrato de cinco anos de duração, e completou o quarteto com Denis Navarro.
 
Cacá é um dos pilotos mais representativos da Stock Car. Não apenas por ser o maior campeão em atividade, com cinco títulos conquistados, mas também pela sua personalidade dentro e fora das pistas. Ao GRANDE PRÊMIO, o piloto de 40 anos, dono de 35 vitórias e 37 poles na principal categoria do automobilismo brasileiro falou que encara de maneira natural o início de outro ciclo na Stock Car, mas espera que, com uma adaptação relativamente rápida, os resultados possam surgir com rapidez. 
 
Tudo para dar a volta por cima depois de um 2016 cheio de altos e baixos e que culminou com sua pior posição no campeonato: nono lugar. Até então, o pior resultado de Cacá havia sido a quarta colocação, obtida em 2008.

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Cacá Bueno está de casa nova na Stock Car. Depois de oito temporadas na Red Bull, o pentacampeão é piloto da Cimed (Foto: Duda Bairros/Vicar)
“Estou encarando com tranquilidade. Lógico que toda mudança traz junto uma cobrança, mas estou bem preparado para isso, não tenho nenhum problema. Vale ressaltar que não tive uma passagem vencedora na Red Bull, mas também tive na Eurofarma, na RS, na Action Power, em todos os lugares que eu passei tive bons e maus resultados em outros lugares. E eu estou tratando essa mudança não só como uma renovação de esperança”, declarou Bueno, sem antes falar com gratidão sobre os anos em que esteve com a Red Bull e faturou três títulos, em 2009, 2011 e 2012.
 
“Tenho um orgulho tremendo por ter representado não só a Red Bull, mas o time do Andreas Mattheis durante muito tempo, mas agora estou de casa nova, e toda mudança causa também um período para você se adaptar às coisas novas. Acho que estou neste primeiro momento nesta questão: da adaptação. Estou me adaptando à forma do time trabalhar, à forma dos engenheiros pensarem, à forma como o carro vai… Ainda não deu tempo de colocar meu toque pessoal sobre como acho que o carro tem de ir, então talvez demore um pouco mais”, salientou o pentacampeão, feliz com a nova casa.
 
“Mas tenho certeza que escolhi um caminho cercado de gente competente. Não tenho dúvidas de que os resultados vão acontecer. Pode ser que demore uma, duas ou três etapas, mas os resultados vão acontecer”, disse o piloto, que terminou em 15º o primeiro treino livre valendo para a etapa de Goiânia, realizado na última sexta-feira (31). Detalhe: Cacá acelera com o carro que foi de Felipe Fraga até o ano passado. Mais um trunfo para o carioca buscar uma nova taça na Stock Car.
Cacá Bueno busca adaptação rápida ao novo carro e à nova equipe para se colocar na luta pelo hexa (Foto: Bruno Terena/RF1)
Cacá lembrou que, apesar de ter vivido um ano difícil, ainda assim teve bons momentos, não apenas com as vitórias no Velopark e em Cascavel, além de três poles, mas porque conseguiu se manter competitivo até onde foi possível.
 
“Foi um ano tumultuado, mas foi um ano de resultados ruins no final. Fiz três poles, ganhei duas corridas, briguei mano a mano com o Fraga e com o Marquinhos até metade da temporada, ganhando etapas, como aqui em Goiânia, onde furou um pneu enquanto eu era o líder da corrida. Então, no fundo, o resultado final no campeonato não foi bom, mas a gente teve bons momentos no ano passado”, comentou.
 
Agora, de casa nova e motivação renovada na Cimed, Cacá aborda a abertura de outro ciclo na sua laureada carreira na Stock Car como um recomeço. “Tenho de encarar que isso já passou. Não adianta trazer no bolso cinco títulos, trazer no bolso as minhas vitórias… É ano novo, vida nova, todo mundo quer ganhar, e eu tenho de usar essa experiência de uma forma a ter uma relação melhor com meu novo time.”

“Aprender com todos os meus erros e acertos do passado para ser melhor, mas o campeonato começa do zero e ninguém quer saber do meu passado. Se tiver de dividir a curva 1 na largada domingo, meu histórico não conta nada. Estamos trabalhando fielmente para que a gente tenha um grande ano. O trabalho é o mesmo dos outros anos, a vontade de vencer é a mesma dos outros anos”, acrescentou.
 
Por fim, Cacá reiterou que a cobrança vai sempre existir, ainda mais por se tratar com um piloto de tamanho gabarito. Mas o carioca, experiente, garante não se intimidar com isso. “Logicamente, sei que existe um pouco mais de visão em cima do ‘que será que o Cacá vai fazer nessa nova equipe’, mas é lidar um pouco melhor com essa pressão, com essa ansiedade. E acho que, se a gente souber lidar com isso, os resultados virão normalmente”, finalizou.
 
O GRANDE PRÊMIO acompanha ‘in loco’ a etapa de abertura da temporada 2017 da Stock Car em Goiânia.
 
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