Dono de 17 ultrapassagens na 1ª volta em Curitiba, Suzuki celebra estabilidade no top-10: “Carro bom e trabalho sério”

Rafael Suzuki terminou as três corridas disputadas até aqui na Stock Car em 2018 no top-10. Para quem quase saiu da categoria ao final do ano passado, o começo é dos sonhos. E fruto de trabalho dele e de toda sua equipe

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Rafael Suzuki não sabia, no final do ano passado, se teria vaga para correr a Stock Car em 2018. Meses depois, não só fechou com a Hot Car como tem conduzido o carro amarelo constantemente ao top-10. E isso mesmo quando larga em 26°, como ocorreu na corrida 1 da etapa de Curitiba, no último domingo (8). O começo de temporada do paulistano é espetacular: ficou entre os 10 primeiros nas três corridas realizadas até aqui e aparece em 8° na classificação.

O símbolo desse momento é a largada da primeira corrida em Curitiba. Ele aproveitou a 'bagunça' que foi a autorização de início da corrida, que surpreendeu até mesmo Rubens Barrichello, que era o pole, e ganhou 17 posições já na primeira volta. Ao final, ficou em 10°, garantindo a pole para a segunda prova do dia (acabou em 6°).

O que tem feito ser possível essa campanha? Para Suzuki, em conversa exclusiva com o GRANDE PRÊMIO, "carro bom e trabalho sério".

Rafael Suzuki é piloto da Hot Car (Foto: Fernanda Freixosa/Vicar)

"A Hot Car cresceu muito do ano passado para cá, o Amadeu (Rodrigues, chefe da equipe) está fazendo um trabalho muito sério, ele e o Gustavo Camara. Toda a equipe está super comprometida, eu vejo os caras (trabalhando) em feriado, sábado e domingo, e não é porque alguém pede, não, os caras querem fazer a equipe crescer. Então eu estou muito feliz de estar neste projeto e agora é trabalhar para se manter entre os 10", afirmou.

Pessoalmente, Suzuki também se diz mais preparado. "Acho que as coisas estão se encaixando. Estou trabalhando duro para poder estar bem fisicamente, mentalmente. Então acho que eu estou colhendo e vou trabalhar mais ainda para me tornar um piloto de ponta aqui na Stock Car."

"Eu estou feliz. Tenho muito esse negócio de não desistir, de trabalhar duro, alguma recompensa eu vou pegar lá na frente. Então vamos continuar trabalhando para que tenha mais recompensa por aí", completou.

Rafel Suzuki em Curitiba (Foto: Vanderley Soares)

Sobre o final de semana em Curitiba, Suzuki só lamentou o sábado de treino classificatório, no qual acabou prejudicado por uma paralisação: "A gente teve um azar muito grande por causa da bandeira vermelha, por estar mal posicionado, porque eu não fechei nem a volta em que estava vindo rápido e nem consegui abrir depois da bandeira vermelha, então eu fiquei com uma volta de aquecimento, praticamente", explicou.

O jeito foi, então, ser agressivo na largada no domingo. Algo que deu certo, com o #8 'voando' para as primeiras posições – com 17 ultrapasagens logo na primeira volta. "Eu sabia que tinha que fazer uma largada agressiva, eu dei sorte de que meu pulo foi muito bom, eu fui passando muito carro ainda na reta, pois tinha muito embalo, e aí consegui me livrar das confusões, logo na primeira, segunda chicane", contou. Ele ainda foi favorecido pelo acidente entre seu companheiro Guilherme Salas e Valdeno Brito, com o qual acabou avançando duas posições.

Já na corrida dois, com a pole (graças ao grid invertido), ele afirmou que não pôde brigar pela vitória por causa do safety-car, que encerrou a corrida 1, e de isso ter feito com que ele precisasse colocar mais combustível para a prova seguinte.

"Aquele safety-car deu uma matada na gente, porque eu tinha muita diferença para o quinto colocado. Aí voltei em sexto (após o pit-stop). O carro era bom, somei 15 pontos, estou em oitavo, então estou muito feliz, muito feliz", finalizou o paulistano.

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