Stock Car

Prejudicado por pneu furado no Velopark, Suzuki foca em lado positivo: carro “bom para o restante do ano”

Rafael Suzuki estreou sem carro laranja na Stock Car 2019 com o 14° lugar no Velopark. Mas, nos treinos livres, havia mostrado potencial para ir além. Na classificação, porém, um pneu furado prejudicou seu avanço. Ficou, porém, a esperança de que é possível andar mais à frente em dias sem empecilhos como esse

Grande Prêmio / FELIPE NORONHA, de São Paulo
O primeiro final de semana de Rafael Suzuki na Stock Car 2019 começou promissor - mas havia uma pedra pelo caminho. Mesmo, já que um pneu furado no treino de classificação deixou o piloto da Hot Car para trás no grid, quando havia mostrado potencial para andar no top-10 durante os treinos livres no Velopark. 

Desta forma, ele largou em 15°, caindo no Q2, quando a fatalidade ocorreu, e chegou em 14°, garantindo ao menos sete pontos na abertura da nova temporada (Lucas Foresti foi punido e perdeu cinco posições, o que fez Suzuki avançar no grid). 

Em entrevista ao GRANDE PRÊMIO, o dono do carro #8 lamentou bastante o azar que deu na classificação: "No Q1 a gente saiu com o carro desequilibrado, o pneu já veio murchando. Entre o Q1 e o Q2 tentamos encher, porque a gente pediu para a CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo) para trocar o pneu, mas a CBA não autorizou."

Segundo o piloto, a Confederação alegou que o regulamento não permite troca do pneu por furo: "A gente teve que ir para o Q2 com pneu murcho. A equipe perguntou e eles falaram que poe segurança 'era melhor não ir para o Q2'. Então não autorizaram a troca do pneu. E a gente precisava."
Rafael Suzuki (Foto: Vanderley Soares)
Com tal situação no passado, ele já projeta o restante da temporada. E, se cortado o problema um bom potencial foi mostrado na pista do Velopark.

"Esse foi o primeiro ano na Stock Car que eu pude seguir na mesma equipe que na temporada anterior, e isso foi muito positivo. Começamos o campeonato em outro patamar, muito mais alinhados, continuando o desenvolvimento do carro que conquistamos em 2018."

"Estivemos competitivos em todas as sessões, tanto no seco quanto com pista molhada, mas o pneu furado acabou comprometendo nossa classificação. Na corrida, nosso ritmo era bom, mas a chuva bem na hora do pit-stop acabou bagunçando as estratégias. Logo secou, e aí ficou mais difícil de avançar", continuou Suzuki.
Rafael Suzuki (Foto: Vanderley Soares)
"Mas o saldo final foi bom, pontuamos, e sabemos que temos um bom carro para o restante da temporada", finalizou o paulistano.

Ele terá a chance de mostrar a força do carro da Hot Car no dia 5 de maio, na etapa do Velo Cittá, a segunda do ano.

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