CRESCIMENTO E LIDERANÇA DA 'F1 C': A 1ª PARTE DA WILLIAMS NA F1 2023

A Williams começou 2023 com novidades: a chegada do novato Sargeant, oriundo da F2, para o lugar de Latifi

Novidade também no comando, com James Vowles assumindo a chefia da equipe. Um ano, portanto, de renovações…

Só que a Williams não se livraria tão fácil do estigma de 'lanterna' da F1…

Vowles, aliás, não escondeu o choque ao ver que as instalações em Grove eram cerca de 20 anos obsoletas

Na pista, porém, Alex Albon continuava operando seus 'milagres' 

No Bahrein, abertura do Mundial, levou o FW45 a um honroso décimo lugar. Seria o sinal da virada?

O buraco, porém, era mais embaixo: sem ter como melhorar a infraestrutura, a Williams não conseguia otimizar o próprio carro

Albon continuava aguerrido, beliscando o Q3 na Áustrália (apesar do abandono na corrida)

Já Sargeant abusava do direito de ser novato e colecionava erros…

Só que quis o destino que viesse do americano a revelação mais chocante da temporada…

… O ASSOALHO DA WILLIAMS!

O piloto (mais uma vez) bateu no TL1 da Espanha e fez a alegria dos fotógrafos!

Vowles não se esquivou das perguntas e reconheceu a pobreza do assoalho

Mas a Williams não ficou só se lamentando: arregaçou as mangas e, com o que tinha nas mãos, trouxe atualizações

Com Albon, mais dois resultados notórios: sétimo no Canadá e oitavo na Inglaterra. Definitivamente, a Williams não era mais a pior equipe do grid 

Com 11 pontos, chegou às férias em sétimo, deixando para trás Haas, Alfa Romeo e AlphaTauri

É, sem dúvida, a mais destemida equipe do grid! E nas próximas dez corridas, o que mais a Williams poderá conquistar?