Haas relembra “bomba” na Austrália e descreve temporada como “montanha-russa”
Ayao Komatsu relembrou o péssimo início de temporada da Haas na Austrália e descreveu o campeonato de 2025 da Fórmula 1 como de "altos e baixos"
Chefe da Haas, Ayao Komatsu recordou as enormes dificuldades vividas pela esquadra maericana no início de temporada. O time se classificou na última fila no GP da Austrália, que marcou a abertura do campeonato e entre altos e baixos, conseguiu se recuperar e acumular pontos ao longo da primeira metade da temporada da Fórmula 1, o que rendeu elogios do dirigente japonês.
“Tem sido uma temporada de montanha-russa. Os testes da pré-temporada foram bem tranquilos. E depois veio aquela bomba em Melbourne. Foi um choque e nunca vou esquecer o sentimento. Me senti mal. Não éramos apenas últimos, mas também 0s6 atrás.”. disse Komatsu a jornalistas antes do GP da Hungria. “Estou muito orgulhoso de todos do time, de como nós reagimos a essa situação”, completou.
Depois de passar em branco na Austrália, o time teve uma resposta rápida na China, quando Esteban Ocon foi quinto colocado e Oliver Bearman terminou em oitavo. A expectativa passou a ser para o Japão, que virou uma corrida de importância para a Haas não apenas por ser o país natal de Komatsu, mas também pelo recente vínculo feito pela equipe com a montadora Toyota.
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“Honestamente, nós não dormimos muito em Melbourne. Depois, tivemos de entender onde os problemas estavam e o que poderíamos fazer, porque não tínhamos como esperar até a próxima atualização, era um problema sério. E não podemos ficar à mercê das pistas que vamos. Tínhamos Suzuka chegando, uma pista de alta velocidade, então tínhamos de reagir. Tenho muito orgulho de como reagimos em Suzuka e demos um passo à frente”, relembrou Ayao, na corrida em que Bearman somou 1 ponto com o décimo lugar.
O dirigente também mencionou as recentes atualizações que o time passou em Ímola e Silverstone. E apesar da penúltima posição no Mundial de Construtores, Komatsu manteve a cabeça erguida apontando a pouca distância no pelotão intermediário. O time americano está atualmente 10 pontos atrás da Racing Bulls, que é oitava.
“Tivemos uma atualização em Ímola, a qual foi definitivamente afetada pelo que aconteceu em Melbourne. Agora com a atualização de Silverstone, nós temos um carro com o qual podemos lutar no top-10 se fizermos uma boa execução de todas as corridas. Temos 35 pontos e estamos em nono, mas são apenas 8 pontos do sexto lugar [sic]. Tudo está apertado. Então, novamente, acho que precisamos dar um passo de cada vez a cada fim de semana para fazer o melhor trabalho possível. Já disse isso muitas corridas atrás: se isso tivesse acontecido 12 meses antes, acho que seria catastrófico”, concluiu.
Depois do GP da Hungria, a Fórmula 1 volta às pistas apenas após o recesso de verão, entre os dias 29 e 31 de agosto, para o GP dos Países Baixos, em Zandvoort.
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