5 coisas que aprendemos com o GP de Portland, 15ª etapa da Indy 2025
Do título dominante de Álex Palou até a redenção de Will Power, os principais aprendizados que o GP de Portland de 2025 da Indy deixou
O GP de Portland consagrou Álex Palou como tetracampeão da Indy. O espanhol da Ganassi viu o título cair em seu colo com duas provas de antecedência para o fim da temporada 2025 após Pato O’Ward sofrer de um problema mecânico que o fez ficar nove voltas trás do vencedor Will Power, que tirou a Penske do incômodo jejum sem triunfar que vinha desde o ano passado.
O dia em que Palou entrou para a mesma prateleira de campeões que conta com Mario Andretti, Sébastien Bourdais e Dario Franchitti também trouxe diversos aprendizados, e o GRANDE PRÊMIO aponta alguns deles:
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Palou: um nome histórico da Indy

Álex Palou nem precisou de esforço para conquistar o quarto título na Indy. Com a quebra de Pato O’Ward ainda nas voltas iniciais, o espanhol já pôde comemorar ainda dentro do carro, mas mesmo assim entregou um desafio a Christian Lundgaard e Will Power. De qualquer forma, uma temporada para ninguém botar defeito e que representa um marco de todos os tempos para a categoria.
Power merece muito respeito
Nada mais justo que Will Power seja o nome para tirar a Penske do jejum de vitórias na Indy em 2025. O bicampeão mundial é o mais regular piloto do trio na temporada, e teve grande apresentação em Portland para chegar a 45 vitórias na carreira. Ao mesmo tempo, é lamentável que a equipe atrase tanto a decisão sobre seu futuro. Independente de ficar ou não, ele merece uma resposta para movimentar e se planejar como necessário.
Lundgaard é o próximo na fila das vitórias
Faltou pouco e Christian Lundgaard mais uma vez bateu na trave em 2025. Outro pódio para o piloto dinamarquês. Uma pena, pois entre os que devem passar em branco na temporada, é certamente o que mais merecia uma visitinha no Victory Lane. Fica a torcida para que possa crescer de vez nos ovais e protagonizar um grande momento.
Rasmussen tem de ser punido
Sabemos que a Indy é uma categoria mais permissiva com as batalhas e tudo mais. Porém, o ocorrido entre Christian Rasmussen e Conor Daly não pode passar impune. O dinamarquês da Carpenter bateu propositalmente no americano da Juncos, que sofreu um forte acidente nas voltas iniciais da corrida. Se a categoria puniu até Kyffin Simpson por muito menos em Laguna Seca, o piloto da ECR não pode chegar na etapa de Milwaukee sem sanções.
Rahal vive temporada subestimada na Indy
Alexander Rossi, Kyffin Simpson, Josef Newgarden, Marcus Ericsson e Nolan Siegel: todos estes estão atrás de Graham Rahal no campeonato. O piloto da RLL executou uma grande estratégia que rendeu um incrível quarto lugar no GP de Portland. Mais uma vez, o time acerta para compensar uma classificação ruim. Mesmo que não seja o auge de Graham, há de se reconhecer o bom trabalho feito até aqui em 2025, podendo mirar até as posições de Santino Ferrucci e Christian Rasmussen.
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