Sainz alega “falta de aderência” por 9º no grid dos Países Baixos: “Reajuste de expectativas”

Carlos Sainz sofreu na classificação do GP dos Países Baixos, mas conseguiu avançar para o Q3 e conquistou a nona colocação no grid de largada

A Williams não teve um sábado (30) dos mais tranquilos em Zandvoort, nos Países Baixos. Depois de ver Alexander Albon cair ainda no Q2 e se classificar somente em 15º, a equipe britânica teve um pequeno respiro na classificação quando Carlos Sainz sobreviveu e avançou ao Q3. Porém, o nono lugar, apesar de ser “um bom resultado”, não deixa de ser “frustrante”.

Foi assim que o espanhol analisou a sessão em entrevista acompanhada pelo GRANDE PRÊMIO. Para Sainz, as expectativas estavam altas depois do TL3, quando fez a quarta volta mais rápida e se encontrou à frente de todo o pelotão intermediário. 

No entanto, o cenário mudou drasticamente para a classificação, com a Williams sofrendo para ter aderência na pista e Sainz passando de fase aos trancos e barrancos. 

“Estávamos voando no TL3, tudo encaixou: pneus, temperatura da pista. Mas, na classificação, a falta de aderência foi um problema logo na primeira volta do Q1 em comparação ao que tivemos no TL3. Tivemos de reajustar as expectativas. Passamos de acreditar em um top-6 para apenas focar em sobreviver ao Q1”, analisou Sainz. 

Carlos Sainz não foi além do nono posto na classificação (Foto: Williams)

“No Q2, fizemos alguns ajustes e passamos no limite. No fim, conquistamos a nona posição. Considerando o quão difícil foi a classificação, acho que foi um bom resultado. Mas é frustrante ver como as condições mudaram do TL3 para a classificação: de estar 0s1 à frente do pelotão intermediário, passamos a ficar 0s1 atrás”, seguiu. 

No Q3, Sainz teve de se contentar com a nona posição, mas ficou apenas 0s005 do tempo de Liam Lawson, o oitavo colocado. O espanhol, então, analisou o que chamou de “uma das temporadas mais equilibradas que já vimos na Fórmula 1” e explicou que espera recuperar um pouco do terreno perdido com uma boa execução na corrida. 

“É sempre uma disputa pelo último milésimo, centésimo. Está muito difícil para todos. Estamos vivendo uma das temporadas mais equilibradas que já vimos na Fórmula 1, e isso torna tudo ainda mais desafiador”, relatou Sainz. 

“Na corrida, costumamos ser mais fortes. Já estamos nos pontos, então precisamos lutar para buscar um pouco mais — talvez dois ou quatro pontos adicionais. Fizemos algumas reuniões na fábrica para melhorar a execução das provas nesta segunda parte da temporada e pensamos em diferentes formas de abordar a estratégia. Espero que isso nos traga algo a mais amanhã”, concluiu Sainz.

GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades do GP dos Países Baixos AO VIVO E EM TEMPO REAL, além de classificação e corrida em SEGUNDA TELA no YouTube, em parceria com a Voz do Esporte. O Briefing chega para analisar após o fim de cada dia de atividades nas redes sociais e na GPTV.

Além da cobertura tradicional, o GRANDE PRÊMIO estará IN LOCO em Zandvoort para acompanhar todas as emoções da etapa com o repórter Leonid Kliuev.

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SessãoBRA*CBVPOR
ANG
MOZ
Corrida10:0012:0014:0015:00

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