Ferrari mantém fé e diz que “nem tudo está perdido” no Azerbaijão: “Corrida é longa”
Ao falar sobre a situação dos pilotos, Frédéric Vasseur, chefe da Ferrari, explicou que Lewis Hamilton e Charles Leclerc tiveram dificuldades para colocar os pneus na janela ideal de funcionamento durante a classificação em Baku
Frédéric Vasseur até lamentou os problemas enfrentados pela Ferrari na classificação do GP do Azerbaijão, realizada neste sábado (20), mas preferiu erguer a cabeça e acreditar que nem tudo está perdido. Desta forma, deixou claro que a equipe precisa se concentrar no trabalho que ainda tem pela frente, estudando maneiras de tirar proveito das oportunidades que surgirem em Baku.
Depois de liderar o TL2 e esbanjar otimismo com o progresso feito com a SF-25 neste fim de semana, Lewis Hamilton ficou pelo caminho logo no Q2 e teve de se contentar com o 12º lugar no grid de largada. Charles Leclerc, por sua vez, bateu na curva 15 na parte final da atividade e sequer completou uma volta, terminando com o décimo posto.
“Com Lewis, não foi um problema de combustível, porque sempre colocamos a quantidade para uma volta. Não se pode colocar mais combustível na classificação. Então não foi tanto um problema de execução, mas sim uma sessão complicada devido às condições bastante delicadas”, disse Vasseur aos repórteres após o fim da classificação, que contou, ao todo, com seis bandeiras vermelhas.
“Todo mundo estava no limite, e até mesmo a escolha entre os pneus médios e macios não era evidente. A pole foi feita com os macios, mas a segunda volta mais rápida foi com os médios. É estranho. O problema do Lewis talvez tenha sido que os pneus estavam um pouco frios. Tivemos dificuldade em colocá-los na janela certa”, continuou.

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“Todos nós gostaríamos de testar os pneus primeiro, mas se fazemos isso, acabamos tendo muito poucos para a classificação. Ontem, os médios pareciam melhores, mas hoje foi mais difícil colocá-los na janela certa, por causa das rajadas de vento”, apontou. “A volta de Charles, antes do acidente, não estava no nível da de Carlos [Sainz], mas era melhor do que a de [Lando] Norris. Então é preciso levar todos os aspectos em consideração”, analisou.
“Mas, no fim das contas, o resultado não é positivo, especialmente por causa do acidente. Precisamos continuar focados e não pensar que tudo está perdido por causa do resultado de hoje. Em Baku, é difícil ultrapassar por causa das asas menores e do DRS menos eficaz, mas a corrida é longa, estará frio, e talvez surjam oportunidades. Temos de estar atentos e reagir da melhor forma possível aos safety-cars ou aos eventos que possam acontecer”, concluiu o chefe da Ferrari.
O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades da 17ª etapa da temporada AO VIVO E EM TEMPO REAL, além de classificação e corrida em SEGUNDA TELA no YouTube, em parceria com a Voz do Esporte. O Briefing chega para analisar após o fim de cada dia de atividades nas redes sociais e na GPTV.
GP do Azerbaijão de F1: veja os horários em Brasil, Cabo Verde, Portugal, Angola e Moçambique:
| Sessão | BRA* | CBV | POR ANG | MOZ |
| Corrida | 08:00 | 10:00 | 12:00 | 13:00 |
*Horários de Brasília
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