Mesmo na “profissional” McLaren, Sette Câmara fica “um pouco mais confortável” por ter diretor brasileiro
De chegada na F1, Sérgio Sette Câmara vive um momento de conhecimento: dele próprio e das engrenagens de um time da categoria. No ano em que fará o desenvolvimento direto dos simuladores de Woking, acredita ser um conforto poder falar com outro brasileiro, no caso o diretor-esportivo Gil de Ferran. O homem da chefia, entretanto, discorda

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Acertado para a temporada 2019 como piloto de desenvolvimento, Sérgio Sette Câmara tem na McLaren a responsável pela porta de entrada. No time de Woking, há ainda um outro brasileiro, este em posição de chefia: Gil de Ferran, o diretor-esportivo. O que isso pode trazer de bom para um jovem piloto? Algum conforto, segundo Sérgio.

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