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Após o primeiro dia de treinos livres no Brasil, Toro Rosso e Renault entraram numa briga ferrenha. As falhas constantes das unidades de força fabricadas pela marca francesa especialmente dentro dos carros da equipe italiana deram início a uma guerra de declarações que terminou em ameaça de boicote. Alguns dias depois, no entanto, parece que os ânimos voltaram a ser controlados.
O chefe da Toro Rosso, Franz Tost, se manifestou pela primeira vez sobre os eventos de Interlagos. Na oportunidade, os carros de Pierre Gasly e Brendon Hartley
voltaram a ter problemas e receberam
novas punições no grid de largada. Quando Cyril Abiteboul, diretor-esportivo da Renault, empurrou a culpa para a Toro Rosso, a resposta foi uma enumeração de problemas que as três equipes que usam do motor francês estão sofrendo.
De acordo com Tost, apenas uma contra-ataque necessário após sofrer acusações com as quais não concorda.
"Eu tive a sensação de que precisava dizer algo. Sabe, se o time está sendo criticado e nós sentimos que não é 100% correto, então precisamos fazer um comunicado. Foi exatamente o que fizemos", contou. "Se isso é correto ou não, é outra questão. Apenas esclarecemos nosso ponto de vista", seguiu.
O próprio Helmut Marko, consultor da Toro Rosso e da Red Bull, que discutiu asperamente com Abiteboul na manhã do sábado no paddock de Interlagos, admitiu a frustração das equipes da marca do energético com a Renault.
Franz Tost (Foto: Peter Fox/Getty Images)
"Claro que não é satisfatório. Eles não sanaram os problemas e as partes da unidade estão acabando. Aí a situação fica como está. Infelizmente a Toro Rosso foi afetada mais que os outros times, então é por isso que as emoções se exaltaram", contou. "Nós discutimos, fizemos um comunicado e está tudo OK. Estamos numa luta próxima com a Renault pela sexta posição, mas ainda estamos à frente", findou.
Segundo Tost, nada mais apareceu após as discussões sérias entre Abiteboul e Marko – nem mesmo a conversa de boicote da Renault à Toro Rosso. "Eu acho que sim [acabou a discussão], porque não ouvi mais nada de ninguém. Acho que acabou."
O foco da Toro Rosso está na disputa pelo sexto lugar do Mundial de Construtores. Afinal, com apenas o GP de Abu Dhabi restando no calendário, a equipe tem uma vantagem de quatro pontos para a Renault e seis para a Haas. Cair de sexto para oitavo na classificação significaria uma perda de cerca de R$ 21,3 milhões no sistema de bonificação da F1.
"É muito estressante. A Toro Rosso vai tentar se preparar da melhor maneira possível, com a maior parte de partes confiáveis que tivermos. A respeito da nossa unidade de força, não está sob nosso controle. É decisão deles", falou.
Um motivo de animação pensando sobretudo em 2018 é ver mais uma corrida forte de Fernando Alonso nos motores Honda – que será a fabricante de motores da Toro Rosso no ano que vem. "É fantástico. Eu dei os parabéns ao Hasegawa-san, porque eles fizeram um grande trabalho. Espero que possamos fazer o mesmo em Abu Dhabi", seguiu.
A F1 encerra a temporada 2018 no fim de semana dos dias 23 a 25 de novembro.
MELHOR DE 2017
COM TÍTULO EM TEMPORADA DIFÍCIL, MÁRQUEZ É PILOTO DO ANO
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