Newgarden até ensaiou traçar um caminho até a F1 pelas competições de base na Europa. No fim dos anos 2000, o competidor foi o segundo colocado na versão inglesa da F-Ford e correu na GP3 em 2010, finalizando em oitavo, tendo como um destaque uma pole-position. Depois disso, Josef voltou aos EUA e foi andar na Indy Lights, categoria que conquistou o título logo em 2011. Daí o passo para a Indy estava feito. Antes da chance na equipe de Roger Penske, o piloto do Tennessee defendeu o time de Sarah Fisher e de Ed Carpenter.
Portanto, Josef já se firmou na Indy e conduziu uma carreira sólida. Mas não escondeu a admiração pela F1. “Estar aqui hoje é como se reafirmasse a minha paixão pelos carros da F1. Fazia alguns anos que não acompanhava de perto. E é difícil não querer entrar em um carro agora e competir com esses caras. Mas o meu foco está na Indy e na equipe Penske. Mas, depois do que vi aqui, vou ter um pouco mais de interesse sobre o que acontece na F1”, afirmou o piloto em entrevista acompanhada pelo GRANDE PRÊMIO no Circuito das Américas.
Josef Newgarden é o campeão da Indy 2017 (Foto: Indycar)
Questionado se perdeu a chance de tentar a F1, Newgarden respondeu: “É difícil de dizer isso. Você teria de perguntar aos chefes de equipe. E eles podem dizer que ‘não, nós não estamos interessados, ele é muito velho’. Mas, mesmo assim, é uma pergunta difícil de responder. Na Indy, muita gente vai muito bem além dos 30. Às vezes, até aos 40 ainda encontram muito sucesso. E fico pensando em Kimi Räikkönen é um exemplo. Ele está com 38 anos e, se formos ver deste ponto de vista, vamos ver que eu ainda tenho muitos anos.”
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Na verdade, o norte-americano é mais velho apenas que oito pilotos do atual grid da F1.
Mas Josef acha que teria de mudar a forma de encarar a F1 se houve uma chance. “Muita coisa louca acontece nas corridas da Indy. Acho que há uma igualdade maior entre competidores. É realmente muito próximo um carro do outro, é realmente muito competitiva. A verdade é que, em toda a corrida da Indy, mesmo antes, quando estava em uma equipe menor, sempre entrava na corrida pensando em vencer. Agora, também sei que, se tudo funcionar direito, poderemos vencer. Ter de pensar diferente disso é difícil. Seria um processo de pensamento bem diferente na F1”, falou Josef, que garantiu que não tem arrependimentos em sua trajetória no esporte a motor.
"Não existe a menor chance de olhar para trás e dizer que me arrependo de algo na minha carreira. Eu tive tantas oportunidades, muito mais do que muitos pilotos. Se hoje fosse o último dia da minha carreira, eu não teria nenhum arrependimento. Gostaria muito de ter uma chance de andar com um carro de F1 em algum momento. Mas acho que já fiz mais do que poderia imaginar", assegurou.
Por fim, Newgarden revelou que jamais teve uma conversa mais sólida para ir para a F1, nem mesmo com a Haas, a única equipe norte-americano do grid. “Eu cheguei a conversar com algumas pessoas na Haas, mas nada muito sério. Então, realmente não há nada ali. Parece que até poderia ser algo em potencial se algo acontecesse ali, mas não gostaria de ser visto apenas pela Haas. Mas realmente nunca tive nenhuma conversa séria com ninguém", concluiu.
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