McLaren vê setembro como prazo final para decisão sobre continuidade da parceria com Honda na F1

Éric Boullier entende que o mês de setembro é o prazo final para uma decisão sobre os motores que a McLaren vai usar na próxima temporada. A equipe inglesa segue em negociações e avaliando a continuidade da parceria com a Honda

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A parceria entre a McLaren e a Honda segue com futuro incerto. Desde a reedição do acordo entre as duas empresas, em 2015, a fabricante japonesa se mostrou incapaz de desenvolver um motor competitivo, e isso acabou restringindo as ambições da equipe inglesa. Após uma ligeira melhora de desempenho no ano passado, os nipônicos dedicaram mudar a concepção da unidade de potência para esta temporada, e essa decisão se mostrou complicada, já que jogo o time de Woking em um cenário de poucos resultados e muitas críticas. A situação agora é limite. Por isso, a esquadra britânica avalia a continuidade do acordo com os japoneses.

 
E Éric Boullier, diretor de corridas da McLaren, admitiu que setembro é o prazo final para uma decisão sobre os motores. O mês também foi estabelecido por Fernando Alonso como limite para uma definição sobre seu futuro na equipe. 
 
"Tecnicamente, você pode processar a mudança de um motor em 12 semanas. Depois, é possível pode alterar a qualquer momento três meses antes do início da temporada. Agora se você deseja basear o design do carro em relação ao motor, então setembro é o mês para decidir", afirmou o francês.
Fernando Alonso também impõe setembro como limite para decisão sobre o futuro (Foto: Beto Issa)

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Depois da boa participação de Alonso e Stoffel Vandoorne em Hungaroring, a equipe saltou para a nona posição no Mundial de Construtores. Porém, na comparação com o ano passado, a colocação está abaixo do sétimo lugar que o time sustentava na mesma fase da temporada.

 
"Nós não estamos felizes com a situação em que estamos. Não temos desempenho e nem confiabilidade. Mas estamos trabalhando duro para recuperar terreno. Após a performance do ano passado, a meta neste ano era de um trabalho melhor. Mas não estamos onde gostaríamos de estar, então não há como ficar feliz", concluiu.
 
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