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O assunto que movimentou a F1 nas últimas horas foi a afirmação de Carlos Sainz Jr. de que não continuará na Toro Rosso por uma quarta temporada em 2018. A declaração não caiu bem com os cardeais da marca dos energéticos. Depois do chefe da Red Bull garantir que Sainz não deixa a equipe, agora foi a vez de Helmut Marko, consultor e chefe da academia de pilotos da marca austríaca, disparar contra o jovem piloto.
Marko deu a popular 'baixada de bola' em Sainz ao afirmar que o piloto está confuso, o que anda aparecendo claramente na forma como Carlos guia. Segundo o consultor, o contrato não dá margem para dúvida. Sainz, portanto, não deve partir para cima de quem abriu suas maiores oportunidades no automobilismo.
"Acho que ele está um pouco confuso. Dá para ver na forma como ele guia, já cometeu alguns erros bobos nesta temporada. O contrato é claro", afirmou. "Na Áustria nós costumamos dizer que 'você não deveria morder a mão que te alimenta'. Fomos Dietrich Mateschitz e eu que forçamos a barra para Sainz chegar à Toro Rosso. Ninguém mais daria uma chance a ele", contou em entrevista à rede de TV inglesa Sky Sports.
Marko também destacou que a Red Bull decidiu exercer a cláusula que, como previsto em contrato, garante a sequência de Sainz sob a tutela rubro-taurina por mais um ano. E as provocações não pararam por aí. "Mandamos a ele uma carta com a garantia de que iríamos exercer a opção e, até onde eu sei, o piloto não decide o que fazer com o contrato. É com o chefe, ele toma as decisões", seguiu. "Acho que ele deveria focar em guiar. Nas últimas duas corridas o Kvyat se classificou melhor."
Carlos Sainz Jr. (Foto: Getty Images/Red Bull Content Pool)
De acordo com Marko, a Red Bull assegurou ao espanhol ainda em 2016 que, caso a Ferrari tivesse interesse nele em algum momento, até poderia conversar. Mas isso não aconteceu, apesar da vontade de Carlos Sainz pai, o campeão mundial de rali.
"Eu disse ano passado que quando a Ferrari viesse conversar, falaríamos. Mas encontrei Gino [Rosato, secretário-geral da Ferrari] e [Maurizio, chefe da Ferrari] Arrivabene no último sábado, e eles não falaram nada sobre Sainz. Talvez seja mais um sonho do pai", colocou. "O pai está aqui e fala com qualquer um que queira ouvir. É sempre uma situação engraçada", encerrou.
Tost quer ver lealdade
O chefe da Toro Rosso, Franz Tost, também se mostrou avesso à declaração de Sainz. Pediu lealdade. "Não é uma decisão de Carlos Sainz. Ele tem contrato com a Red Bull, e a Red Bull decide o que fazer com ele. Estou confuso com essa discussão porque a Red Bull financiou toda a carreira de Carlos. Pagou pela temporada na F-BMW, F-Renault, F3, GP3, World Series e os três anos na F1. Por que a Red Bull daria o piloto para um oponente? Às vezes a lealdade precisa aparecer", afirmou.
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