FIA rejeita recurso da Ferrari contra punição a Vettel e confirma Ricciardo como terceiro colocado do GP do México

Após uma reunião por videoconferência com os comissários de prova do GP do México e representantes da Ferrari e da Red Bull, a FIA decidiu que não há novos elementos para aceitar o recurso da escuderia de Maranello. Assim, Sebastian Vettel fica mesmo em quinto lugar na prova realizada há duas semanas. E está mantido o pódio herdado por Daniel Ricciardo

 

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O GP do México finalmente terminou quase duas semanas depois da largada no Autódromo Hermanos Rodríguez. Na última quinta-feira, a Ferrari anunciou que entrou com recurso contestando a punição aplicada a Sebastian Vettel na disputa com Daniel Ricciardo no fim da corrida disputada no fim de outubro. Mas a própria FIA rejeitou o recurso após uma reunião por videoconferência no fim da tarde desta sexta-feira (11), conduzida desde Interlagos.

Assim, o alemão, que chegou a ser laureado com o troféu ao subir ao pódio — depois de ver Max Verstappen ser punido — está confirmado mesmo como quinto lugar, enquanto Ricciardo mantém o terceiro lugar herdado após o rol de punições naquele fim de domingo no México.

 
No fim das contas, os comissários da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) consideraram que a Ferrari não apresentou nenhum elemento definitivamente novo ao caso e que, por isso, não há motivos para aceitar o recurso impetrado pela equipe italiana.
 
Os comissários do GP do México foram ouvidos hoje, às 16h45 (horário brasileiro) a respeito do carro #5, a Ferrari de Vettel, para rever a decisão daquele evento. O encontro foi conduzido por teleconferência, mencionando Garry Connelly, Silvia Bellot, Jorge Rodríguez e o ex-piloto norte-americano Danny Sullivan. 

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Vettel foi punido por manobrar contra Ricciardo no fim do GP do México (Foto: Reprodução)
A Ferrari foi representada por Jock Clear. Já a Red Bull foi representada por Christian Horner e Jonathan Wheatley. O lendário time italiano argumentou por escrito que tinha um novo elemento. Verbalmente, alegou ter dois novos elementos para contestar a punição. Os comissários ouviram as alegações e argumentos de ambas as partes. 
 
A queixa maior da escuderia de Maranello foi que o diretor de corridas, no caso, Charlie Whiting, tinha o poder para instruir o piloto do carro #33, Max Verstappen, para devolver a posição por ter supostamente levado vantagem, tendo como base os dados de GPS de cada carro. O incidente ocorreu uma volta antes do embate entre Vettel e Verstappen no fim do GP do México.
 

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Mas os comissários entendem que este poder não é relevante na decisão tomada no México por não ser exatamente uma obrigação do diretor de prova. E os dados do GPS já estavam disponíveis no México, deixando, portanto, de se tratar de um elemento novo, como a Ferrari alegou. 

 
Tendo revisto tudo o que foi escrito e as considerações verbais e considerando-os de forma cuidadosa, os comissários decidiram que não há nenhum novo elemento e, portanto, rejeitaram a apelação da Ferrari, informou a FIA, encerrando de vez a polêmica causada no fim do GP do México.
 
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