Quadriciclos: Declerck vence penúltima etapa do Dakar 2015, e Sonik fica bem perto do título. Suguita é 17º
Christophe Declerck chegou a perder a liderança da etapa desta sexta (16) entre as cidades argentinas de Termas de Río Hondo e Rosário, mas conseguiu se recuperar e garantir vitória. Na frente da classificação geral, Rafal Sonik tem quase 3h de vantagem para Jeremias González Ferioli, segundo lugar, e tem a vitória do Dakar nas mãos
| 12ª ETAPA |16 de janeiro | |
| Termas de Río Hondo (ARG) a Rosário (ARG) | |
| Deslocamento: 726 km | |
| Trecho cronometrado: 298 km | |
| Percurso total: 1024 km | |
A 12ª etapa do Rali Dakar aconteceu já entre duas cidades argentinas para a parte final da competição. Os pilotos saíram de Termas de Río Hondo em direção a Rosário numa especial de 298 km que terminou com a vitória de Christophe Declerck entre os quadriciclos. O francês completou o trecho em 3h47min15s com seu quadriciclo da Yamaha.
Quem veio na sequência foi o paraguaio Nelson Sanabria Galeano, em ótima semana na disputa. 7min09s atrás do líder, o sul-americano veio logo atrás de Declerck. Assim, Sanabria Galeano se aproxima da Walter Nosiglia pela terceira colocação do Dakar.
O paraguaio só não se aproximou mais porque Nosiglia veio logo 2min21s atrás, na terceira colocação. Guiando o quad da Honda, Nosiglia completou a especial em 3min56s46.
Christophe Declerck (Foto: ASO/DPPI)
Com quase 3h na frente do segundo colocado na classificação geral, Rafal Sonik gerenciou a quarta colocação, ficando pouco mais de 10min atrás de Declerck. Depois dos problemas de Ignacio Casale, apenas uma situação caótica tiraria o título do polonês.
O segundo colocado na classificação geral, Jeremias González Ferioli, ficou com o sexto lugar na especial, com quase 4h, mais precisamente 3h59min36s. São 2h52s17s atrás de Sonik, esperando um golpe de sorte para seguir na batalha pela vitória do rali.
O brasileiro Andre Suguita chegou na 17ª colocação da especial, 2h07min40s atrás do francês. Mas o Dakar 2015 tem sido bom para Suguita, que está na décima posição geral da competição.
A etapa final do Dakar 2015 acontece entre Rosário e Buenos Aires neste sábado. O estágio especial são de 174 km.
Rali Dakar 2015, Etapa Termas de Río Honda (ARG) – Rosário (ARG), Quadriciclos:
| 1 | 260 | CHRISTOPHE DECLERCK | FRA |
TEAM QUAD YAMAHA |
3:47.15 | |
| 2 | 256 | NELSON SANABRIA GALEANO | PAR |
SANABRIA YAMAHA |
3:54.24 | +07.09 |
| 3 | 283 | WALTER NOSIGLIA | BOL |
MEC TEAM HONDA |
3:56.46 | +09.31 |
| 4 | 251 | RAFAL SONIK | POL |
SONIK TEAM YAMAHA |
3:57.20 | +10.05 |
| 5 | 286 | WILLEM SAAIJMAN | AFS |
RHIDE SA 2 YAMAHA |
3:57.42 | +10.27 |
| 6 | 261 | JEREMÍAS GONZÁLEZ FERIOLI | ARG |
RAPTOR 700 YAMAHA |
3:59.36 | +12.21 |
| 7 | 257 | SEBASTIAN PALMA | CHI |
XC RALLY TEAM CAN-AM |
4:00.02 | +12.47 |
| 8 | 270 | DANIEL DOMASZEWSKI | ARG |
YPH ELAION HONDA |
4:02.10 | +14.55 |
| 9 | 268 | GIULIANO GIORDANA | ARG |
SANABRIA YAMAHA |
4:04.18 | +17.03 |
| 10 | 278 | JUAN CARLOS CARIGNANI | ITA |
BLACK FOREST GERMANY YAMAHA |
4:19.26 | +32.11 |
| 11 | 295 | ANDRÉ SUGUITA | BRA |
MAZZUCCO KTM |
5:54.55 | +2:07.40 |
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MUDOU DE IDEIA
Embora sempre tenha se posicionado contra o descongelamento do desenvolvimento dos motores na F1, Toto Wolff, chefe da Mercedes, acredita que a decisão da FIA vai favorecer os atuais campeões no futuro, porque agora vão ter a chance de aperfeiçoar o já poderoso motor V6, além do próprio carro, e isso vai representar uma grande vantagem frente aos adversários, especialmente se levar em conta o domínio que a equipe alemã impôs durante a temporada 2014.
No início deste mês, a entidade que rege o esporte reconheceu que havia, de fato, uma brecha no regulamento que limitava a evolução das unidades de força e acabou acatando o pedido de Ferrari e Renault para a regra fosse revista. A única fornecedora de motor que está fora da nova diretiva técnica é a Honda, que vai entregar motores à McLaren neste ano.

ABERTA A MUDANÇAS
A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) disse que está aberta a ajustes com relação ao novo sistema para a obtenção da superlicença na F1, especialmente se ficar clara a necessidade de alguma alteração no que diz respeito às categorias de base.
Como parte de um esforço para reforçar os critérios para a aquisição da licença obrigatória da F1, a entidade máxima do automobilismo implantou uma idade mínima para os pilotos, além da exigência de 40 pontos somados em campeonatos de acesso. Porém, as categorias escolhidas e a pontuação atribuída a elas tem causado controvérsia, principalmente por causa da F-2, que sequer existe e que possui o valor máximo em pontos.

TEM APELO
Fornecedora única de pneu na F1, a Pirelli entende que o retorno de pneus mais largos na F1 para os próximos anos pode ajudar a aumentar o espetáculo e tornar as corridas mais atraentes.
Tanto a FIA quanto as equipes, atualmente, trabalham em propostas que tornem o esporte mais emocionante e que dificultem mais a vida dos pilotos. Entre as sugestões estudadas, está o aumento na largura dos pneus, o que ajudaria a melhorar a aderência dos carros em curvas. Motores de 1.000 cv também estão na pauta.
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