Vergne admite que "nunca imaginou estar na Ferrari" e já vê papel de piloto de testes como “grande chance” para 2016
Apesar de ter sido preterido na Toro Rosso, Jean-Éric Vergne conseguiu ainda se manter na F1, por meio da vaga de piloto de desenvolvimento da Ferrari. O francês se disse ansioso para começar o trabalho na equipe italiana e ajudá-la a voltar ao topo
Dispensado pela Toro Rosso em 2014, Jean-Éric Vergne está em Buenos Aires neste fim de semana para a disputa da quarta etapa da F-E, mas sua cabeça continua na F1, onde na temporada 2015 atuará como piloto de desenvolvimento da Ferrari. O trabalho com a equipe italiana já começa na próxima semana. E o francês de 24 anos admitiu que jamais imaginou que teria uma chance de entrar para a esquadra vermelha.
"A Ferrari é um sonho para todos os pilotos e, sinceramente, eu nunca imaginei que isso fosse acontecer comigo", afirmou o piloto em entrevista ao jornal italiano 'La Gazzetta dello Sport'.
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"Tudo aconteceu muito rápido. Maurizio Arrivabene me chamou em dezembro e logo nós tínhamos um acordo. Eu não o conhecia. Eu estive dentro do esquema da Red Bull por muito tempo, mas agora me sinto muito feliz por estar com a Ferrari, é como entrar em uma grande família", completou.

Na hierarquia dentro do time de Maranello, Vergne aparece abaixo de Esteban Gutiérrez, o terceiro piloto do time. Sem chance de continuar na Sauber, o mexicano também acertou a vida na Ferrari e ainda é responsável pela chegada da gigante Telmex como patrocinadora da equipe vermelha. A empresa é apoiadora do jovem desde o início da carreira na F1.
Ingressando na Ferrari, o principal trabalho de Vergne será o de pilotar no simulador, papel que antes era desempenhado pelo espanhol Pedro de la Rosa. "Ser o terceiro piloto hoje em dia é ir a todas as corridas, mas sem muito que fazer. Então, honestamente, eu prefiro fazer o trabalho no simulador. Acho que posso ajudar a equipe. E quero dar 100% para que o time volte ao topo. Estou feliz aqui e acho que é o início de uma grande chance para 2016", disse o gaulês.
Na F-E, Vergne estreou também no fim do ano passado, na rodada de Punta Del Este, pela equipe Andretti. No Uruguai, o francês largou na pole, mas uma falha na suspensão dianteiro do carro limou suas chances de tentar brigar pela vitória. Jean-Éric agora retornou ao cockpit da Andretti para corrida argentina da categoria.

Daniel Ricciardo fez uma grande temporada em 2014, mas a Red Bull não entregou a ele um carro que desse condições de conquistar o título mundial. Em 2015, Ricciardo crê que a Mercedes não tem mais o que melhorar, enquanto Red Bull ainda tem muito onde evoluir. Portanto, o piloto acredita que a diferença entre as duas irá diminuir bastante

Alejandro Agag, diretor-executivo da F-E, afirmou que a FIA fez uma escolha lógica, quando optou por não colocar a categoria dos carros elétricos entre os campeonatos que podem beneficiar um piloto na obtenção da superlicença na F1

Desde o fim de 2011, é pelo sobrenome Wolff que a escocesa Susie atende. Antes, ela era conhecida como Susie Stoddart, a pilota da Mercedes no DTM. A mudança de nome se deu pelo casamento com Toto Wolff, o chefão da mercedes na F1, e o empresário austríaco acredita que tem mais atrapalhado do que ajudado na carreira da esposa. Ao falar da relação com Susie à revista francesa ‘Auto Hebdo’, o dirigente disse que não gosta de vê-la sendo chamada de 'a esposa do Toto Wolff’ e admitiu que ela já foi prejudicada pela associação.
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