Último campeão pela Williams, Villeneuve se surpreende com recuperação da equipe: “Superaram as expectativas”
Jacques Villeneuve, em 2013, mostrava-se bastante pessimista com relação ao futuro da Williams no Mundial de F1. Essa expectativa mudou radicalmente com a virada que o time deu ao longo de 2014
Há um ano e meio, Jacques Villeneuve, o último piloto campeão pela Williams, mostrava-se bastante receoso quanto ao futuro do time. Hoje, o pensamento do canadense é diferente — ainda que ele fale da transformação da equipe com alguma cautela. Em entrevista exclusiva à REVISTA WARM UP, publicação-irmã do GRANDE PRÊMIO, em julho de 2013, Villeneuve dissera que, “no momento em que uma equipe passa a ter pilotos pagantes, está acabado”. O pensamento do piloto é direto: ter bons pilotos é que atrai os bons patrocínios. No ano passado, Valtteri Bottas tinha como companheiro de equipe o venezuelano Pastor Maldonado, que levava consigo o dinheiro da petrolífera PDVSA.

Neste ano, com Felipe Massa se juntando a Bottas, essa equação mudou. “Bottas era um piloto jovem, mas não realmente um pagante, e mesmo com Felipe eles conseguiram dinheiro aqui do Brasil. Ele ainda é um piloto profissional, tem um passado, uma carreira. E eles souberam usar bem o dinheiro”, diz Villeneuve em nova entrevista à RWUp.
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A inteligência na hora de gastar o que os investidores depositaram nas contas bancárias da Williams foi fundamental, na visão de Villeneuve, e ter o motor Mercedes ajudou bastante. Mas agora é preciso ter cuidado para não passar a carroça à frente dos cavalos.
“A Williams não têm um grande orçamento. Tem um patrocinador legal no carro, que dá credibilidade, e está funcionando até agora. Eles conseguiram virar o jogo, mas estavam correndo muitos riscos. Mas não está feito. É o primeiro ano que vão bem assim, temos que ver se vai continuar deste jeito”, alerta.
De qualquer modo, Villeneuve não esconde a surpresa. Ele acreditava em uma Williams melhor em 2014, mas “não tão bem assim”.
“Esperava que fossem melhores, mas eles superaram as expectativas”, completa.
Leia a reportagem completa na REVISTA WARM UP.

Foi no dia 29 de dezembro de 2013 que o maior vencedor da história da F1 iniciou uma batalha sem precedentes por sua vida. Heptacampeão e aposentado pela segunda vez das pistas, Michael Schumacher passava férias com a família e os amigos em uma charmosa estação de esqui nos Alpes franceses, como foi bastante comum em anos anteriores, quando sofreu um grave acidente. Embora praticante habitual do esporte, o alemão não pôde evitar a queda enquanto esquiava com o filho, Mick, e bateu a cabeça com violência em uma pedra. Começava ali um drama que dura até hoje, há exatos 365 dias.


E assim, como num passe de mágica, 2014 passou. Foi rápido mesmo. Se Vettel decepcionou, a Mercedes dominou e o medo de acidentes fatais voltou à F1; se a Ganassi não correspondeu e Will Power fez chegar o dia que parecia inalcançável; se Márquez deu mais um passou para construir uma dinastia; se Rubens Barrichello viveu sua redenção, tudo isso é sinal das marcas de 2014 no automobilismo. Para encerrar e reforçar o que aconteceu no ano, a REVISTA WARM UP volta a eleger os melhores do ano.
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