Chefe da Red Bull revela que custo extra com terceiro carro na F1 pode chegar até R$ 130 milhões

Christian Horner, chefe da Red Bull, afirmou que um terceiro carro vai custar "em torno de € 35 a 40 milhões", aproximadamente entre R$ 110 e 130 milhões, às equipes. Para o inglês, o ideal era dividir melhor o dinheiro entre as esquadras menores, diante da crise

A adoção de um terceiro carro como forma de minimizar a ausência de Caterham e Marussia e garantir uma maior competitividade no grid, diante também da crise enfrentada pelas equipes médias, ainda divide opiniões entre as equipes de ponta da F1. Enquanto a Red Bull e a Ferrari se mostraram mais abertas ao recurso, McLaren e Mercedes permanecem receosas quanto à ideia de ter mais um modelo para colocar na pista.

Chefe da equipe austríaca, Christian Horner já afirmou que se for necessário, a esquadra está pronta para construir mais um bólido, mas que prefere ver os times menores resolverem seus problemas financeiros, para que o grid possa manter dois carros por time.

Helmut Marko e Christian Horner conversam no motorhome da Red Bull (Foto: Getty Images)

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O britânico revelou ainda que o custo de um terceiro carro gira "em torno de € 35 a 40 milhões", aproximadamente entre R$ 110 e 130 milhões. "E este é um dinheiro que tem de vir dos detentores dos direitos comerciais da F1. Dadas as circunstâncias, pode ser mais barato ajudar as equipes privadas com € 20 milhões (R$ 63 mi)", declarou.

Entende-se, entretanto, que a proposta de um carro a mais por equipe seja apenas uma solução provisória. De acordo com Force India, Sauber e Lotus, a F1 pode vir a optar por equipes clientes em um futuro bem próximo.

Os acionistas da maior categoria do esporte a a motor no mundo não estão propensos a dividir melhor a premiação ou ainda fazer um pagamento extra para as equipes menores, daí o caminho para evitar uma debandada surge com a venda de chassis.

Todas as propostas ainda serão analisadas pelo Grupo de Estratégia da F1 e, posteriormente, pela Comissão da categoria, antes de uma eventual aprovação para o próximo ano.

FUTUROS RIVAIS, MAS SEMPRE AMIGOS

Em entrevista aos jornalistas em Interlagos, incluindo o GRANDE PRÊMIO, Christian Horner disse que entendeu decisão de Vettel e que a hora é agora para mudar. “Acho que é a hora certa para Seb e a equipe. Mas eu entendi, não fiquei exatamente triste. A Ferrari fez uma grande proposta. E é o momento certo para a sua carreira", disse Horner. Leia a reportagem no GRANDE PRÊMIO.

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O CARA

Daniel Ricciardo brincou com a chegada de Daniil Kvyat à Red Bull e disse que espera que o russo não seja tão bom como ele, mas pregou que é necessário trabalhar em conjunto para alcançar a Mercedes. "Eu estou pronto para ser o “cara velho" do time. Sinto que o que eu aprendi neste ano e nos últimos anos na F1 vai ajudar. Não acho que Daniil vai ter dificuldades, acho que vai se adaptar rapidamente. Leia a reportagem completa no GRANDE PRÊMIO.

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