Massa fala em arriscar “por não ter nada a perder” e afirma que meta é aproveitar “todas as oportunidades” contra Mercedes

Saindo de terceiro, Felipe Massa fala em arriscar por não ter nada a perder e diz que vai aproveitar todas as oportunidades que surgirem. O brasileiro afirmou ainda que a Williams pode oferecer alguma resistência à Mercedes

Felipe Massa foi o piloto que mais se aproximou das Mercedes na classificação de sábado (8) em Interlagos. Terceiro no grid, o brasileiro foi 0s429 mais lento que o pole Nico Rosberg, mas entende que poderia até ter ficado mais próximo não fosse um problema com o motor na saída para a última tentativa do Q3. Ainda assim, Massa acha que a Williams tem condições de se colocar na briga com os prateados e que a meta é aproveitar todas as oportunidades que surgirem.

Embora reconheça o poder de fogo dos carros de Rosberg e Lewis Hamilton, Felipe vê a situação para a etapa brasileira da F1 muito parecida com a que viveu na Áustria, em junho, quando a Williams cravou a primeira fila do grid e conquistou o primeiro pódio do ano com Valtteri Bottas.

Massa logo após classificação (Foto: Beto Issa/F1 GP Brasil)

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“Não podemos esquecer que a Mercedes tem um carro diferenciado, e eles mostraram isso em todas as pistas. Talvez apenas na Áustria isso não tenha acontecido. Então, de repente, espero que ter uma situação parecida aqui, para que eles não tenham a chance de tomar a posição, caso a gente consiga pular à frente na largada”, disse o piloto aos jornalistas brasileiros, em uma coletiva improvisada e acompanha pelo GRANDE PRÊMIO, depois do treino classificatório.

“Também não podemos esquecer que eles estão brigando entre eles, e uma oportunidade pode surgiu e temos de aproveitar tudo”, completou.

Nessa estratégia, Massa admitiu também que tem muito pouco a perder e que a meta é arriscar, apesar da luta da equipe inglesa para se manter em terceiro no Mundial de Construtores, à frente da Ferrari. “Eu posso arriscar mais. Eu não tenho nada a perder. A única pressão é a pressão positiva da torcida” falou o brasileiro, que já venceu o GP em Interlagos em duas oportunidades, 2006 e 2008.

“Lógico que é uma corrida importante para mim, é uma corrida importante para a equipe em fazer bons pontos e mais do que a Ferrari, para que a gente chegue em Abu Dhabi em situação mais tranquila, mas a minha posição no campeonato não em interessa em nada, se eu chegar em sétimo ou nono, para mim, é a mesma coisa”, explicou.

“Mas vou tentar o máximo para fazer uma boa corrida. E, se tiver qualquer chance, eu vou tentar e aproveitar o que aparecer. Temos de usar todas as oportunidades”, encerrou.

FUTUROS RIVAIS, MAS SEMPRE AMIGOS

Em entrevista aos jornalistas em Interlagos, incluindo o GRANDE PRÊMIO, Christian Horner disse que entendeu decisão de Vettel e que a hora é agora para mudar. “Acho que é a hora certa para Seb e a equipe. Mas eu entendi, não fiquei exatamente triste. A Ferrari fez uma grande proposta. E é o momento certo para a sua carreira", disse Horner. Leia a reportagem no GRANDE PRÊMIO.

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O CARA

Daniel Ricciardo brincou com a chegada de Daniil Kvyat à Red Bull e disse que espera que o russo não seja tão bom como ele, mas pregou que é necessário trabalhar em conjunto para alcançar a Mercedes. "Eu estou pronto para ser o “cara velho" do time. Sinto que o que eu aprendi neste ano e nos últimos anos na F1 vai ajudar. Não acho que Daniil vai ter dificuldades, acho que vai se adaptar rapidamente. Leia a reportagem completa no GRANDE PRÊMIO.

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